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É possível construir uma sociedade e economia neoliberal em Porto Velho? A PVH/S.A.
Foto: Portovelhando / Ricardo Rodrigues

Cidade

É possível construir uma sociedade e economia neoliberal em Porto Velho? A PVH/S.A.

Uma vez que esse modelo de sociedade e economia tem seu fundamento na livre iniciativa e no trabalho tendo o Estado a função de agências reguladoras.

Os obstáculos que vejo para o neoliberalismo de Porto Velho são: uma sociedade de baixa qualificação para novas dinâmicas econômicas; uma sociedade altamente desigual com dificuldades tanto para crescimento econômico quanto para o desenvolvimento econômico.

Uma Saída para o Liberalismo PVH

Uma possível saída para uma sociedade que quer ser liberal, mas possui um povo que carece do mínimo para se auto desenvolver, é o modelo de gestão em que o Estado em conjunto com a sociedade civil promovam uma ampla educação de sua população, tornando a população produtiva e competitiva.

Incluindo os excluídos no circuito produtivo, pois isto diminuirá a violência e aumentará os investimentos privados gerando trabalho, emprego e renda. E para que estes não fiquem improdutivos por doenças de baixa complexidade, é necessário promover a saúde em sua atenção primária, isto é ter acesso ao tão sonhado saneamento básico.

Assim, é dever do município educar para desenvolver e produzir a saúde básica e não parar de produzir as condições básicas para a micro liberdade econômica.

PVH/S.A

Em educação e saúde não é preciso inventar a roda, basta o município fazer o seu básico, aumentar o IDEB da educação fundamental. E na saúde realizar a atenção primária à saúde evitando as epidemias. No que tange segurança, ao município cabe a pavimentação e iluminação das vias.

O segredo para tudo isso funcionar está na geração de trabalho, emprego e renda, ou seja, um futuro para economia. Trabalhos podem ser gerados de diversas formas, através da agricultura, de indústrias ou do comércio.

Para o meio rural a grande proposta em espera do executivo municipal é o CEASA, ou seja, organizar a logística de produção, distribuição e consumo da produção rural porto-velhense.

Para a indústria, transformar o produto rural, seja fruta em polpa, pescado sem espinha e embalado, já é um bom ponta pé inicial, pois deixar de vender in natura, assim agrega valor ao produto, gerando trabalho e renda em cadeia.

O comércio local da PVH/S.A se desenvolverá pela pujança desses dois elos rural e industrial.

Porém, continuaríamos tento os excluídos urbanos que não conseguiriam vagas de trabalho no comércio nem fazem parte do ciclo rural da economia, seja ela agrícola ou industrial.

Estes excluídos podem pôr todo o projeto virtuoso em risco, pois abalam a segurança da cidade e das atividades econômicas. Pois, sem segurança pública não há livre iniciativa que veja como um bom investimento o mercado local, pois torna-se um mercado de risco.

PVH/S.A olhando para o Empreendedorismo Social

Por isso também tem que existir um futuro para os excluídos, a construção de um circuito alternativo baseado na livre iniciativa, estimulada pelo poder público municipal em pequenos empreendedores que podem ser jovens de baixa renda e excluídos dos círculos econômicos.

Um projeto que se fundamenta no fornecimento de mercadorias para revenda ou na prestação de serviços realizado por jovens que estejam em situação de vulnerabilidade social ou que estejam concluindo o ensino médio e que tenham espírito empreendedor.

Seguindo as Etapas da PVH/S.A Inclusão

1) Educação: Oferta de curso que prepare os jovens para as atividades de mercado;

2) Planejamento: Estudo de mercado para diagnosticar quais serviços podem ser ofertados dentro de cada localidade;

3) Fomento: Emissão de uma moeda social para desenvolver a economia local.

4) Local de aplicação: Condomínio Orgulho do Madeira.

Parceiros

SEBRAE, SENAI, SESI e SESC.

Fonte de Recursos

Programa Nacional de Apoio a Fundos Solidário.

Prefeitura Municipal de Porto Velho.

Banco do Povo de Rondônia.

Se o futuro não tiver lugar para todos, nas suas diversas possibilidades de produção e consumo, o presente será marco para a violência dos excluídos e o duplo enjaulamento nas cadeias e nos condomínios fechados. E caberá a cada um de nós dentro das nossas possibilidades escolher qual jaula nos comportará.

Fonte: Portovelhando

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