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CORINTHIANS – Bola na trave. Walter defende pênalti. Gol de Giovanni Augusto. Sorte de heptacampeão

Tinha tudo para ser um sufoco. E foi. Principalmente no primeiro tempo. Fabiano Soares colocou sua equipe marcando forte a saída de bola corintiana. Mesmo sem grandes talentos individuais, ele queria a compactação na frente. Os ataques em bloco. A vitória do conjunto.

Sorte de campeão.

Ou melhor, de hepta.

Assim pode ser resumida a noite corintiana em Curitiba. O time tomou bola na trave. Walter defendeu pênalti. Não jogou bem. Mas conseguiu vencer o Atlético Paranaense por 1 a 0, gol de Giovanni Augusto, em falha de Weverton. Depois de sete jogos sem vitória fora de casa, o time ganhou na hora certa. Foi a primeira vez que venceu duas vezes seguidas neste segundo turno. E abriu oito pontos de diferença do Grêmio, segundo colocado, faltando apenas cinco rodadas. Vantagem mais do que importante nesta reta final.

Matematicamente, o título pode ser consolidado contra o Avaí e Fluminense, na sua arena, em Itaquera.

Não dá para disfarçar.

O clima entre os corintianos é de conquista de campeonato.

Um grito conhecido já ecoava na Arena da Baixada.

“É campeão…É campeão…É campeão…É campeão…”

Deu tudo certo para o Corinthians, na Baixada da Arena. Fabio Carille estava preocupado com a pressão que seu time sofreria. Ele sabia que o elenco estava ainda desgastado, depois da ‘decisão’ contra o Palmeiras, em Itaquera. Os jogadores haviam se esforçado ao máximo para vencer o clássico. Depois tiveram de viajar. E ainda enfrentar uma equipe que estava jogando suas últimas chances de conseguir chegar à Libertadores de 2018.

Tinha tudo para ser um sufoco. E foi. Principalmente no primeiro tempo. Fabiano Soares colocou sua equipe marcando forte a saída de bola corintiana. Mesmo sem grandes talentos individuais, ele queria a compactação na frente. Os ataques em bloco. A vitória do conjunto.

O Corinthians começou o jogo com suas linhas recuadas demais. Sem compactação. Sem força. Sem iniciativa para buscar os contragolpes, as triangulações pelas laterais. Era nítido que entrou para segurar o ritmo da partida, sonhando com um empate.

Fonte: Cosme Rimoli

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