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Ida à Copa do Mundo na Rússia vai custar preço de um carro popular

Entre R$ 22 mil e R$ 35 mil: são estes os valores mínimos e máximos que os brasileiros deverão gastar para ir à Copa do Mundo na Rússia

Os brasileiros que sonham em ir à Copa do Mundo na Rússia, entre 14 de junho e 15 de julho de 2018, devem preparar o bolso. Entre R$ 22 mil e R$ 35 mil: são estes os valores mínimos e máximos que os brasileiros deverão gastar para ir à Copa do Mundo na Rússia, que será disputada entre 14 de junho e 15 de julho de 2018.

Tais valores – com os quais dariam para comprar o carro mais barato do Brasil, o modelo Chery QQ Smile (R$ 25.990) – foram apurados por um brasileiro que vai à Rússia, o paulista Andrei Mairro, que falou com exclusividade à Sputnik Brasil sobre seus planos.

“Realmente, a questão do preço é um empecilho. Tem que ter muito planejamento mesmo. Do que eu andei vendo dos pacotes até agora, desses pacotes que vão com guia turístico para a pessoa não precisar ficar sozinha lá, eu vi que os preços estão entre R$ 22 mil e R$ 35 mil. É um belo investimento”, afirmou.

Formado em Relações Internacionais e atuando como consultor em Relações Governamentais, Mairro pretende passar pelo menos dez dias na Rússia. Ele já reservou a passagem de ida, mas ainda não confirmou a data de embarque, pois pretende aguardar o sorteio dos grupos, feito pela FIFA, no dia 1º de dezembro.

Além disso, Mairro só deverá definir a data do embarque quando souber as datas e os locais dos primeiros jogos do Brasil na fase inicial da competição. Por enquanto, ele está preocupado em montar sua reserva financeira para arcar com os custos do pacote de viagem.

“A passagem eu compro individualmente, mas eu diria que lá, quando você chegar, o ideal é você se juntar a um grupo porque, daí, você consegue dividir os custos, principalmente de hotel”, sugeriu o consultor.

Torcedor do São Paulo e confiante numa boa campanha da Seleção Brasileira liderada por Neymar na próxima Copa do Mundo, Mairro afirmou que a competição terá uma vantagem adicional para os brasileiros que forem à Rússia.

“Eu acho que a Copa do Mundo pode ser uma oportunidade muito rica para nós, brasileiros, de descobrirmos outras cidades da Rússia que, normalmente, não fazem parte do pacote profissional [das agências de viagens]. Cidades como Samara, Ekaterinburgo, que são muito interessantes”, destacou.

Como ir à Copa de 2018

Dentre as operadoras oficialmente credenciadas para a venda de pacotes de viagens para a Copa do Mundo na Rússia, a 55 Destinos, sediada em São Paulo, já definiu pelo menos 13 pacotes, com roteiros que incluem viagens a São Peterburgo e Moscou, com opções também de, antes de seguir para a Rússia, o viajante passar alguns dias em Istambul, na Turquia.

O pacote mais em conta poderá ser pago em 10 parcelas de 388 euros. E o de investimento de maior custo pode chegar a 18 mil euros, segundo o que revelou a gerente de Marketing da 55 Destinos, Fernanda Almeida.

“Para assistir à Copa do Mundo completa, com o investimento mais alto que a gente tem, ele custa a partir de 10 parcelas de 1.800 euros”, contou.

A gerente aconselhou que os interessados fechem o seu pacote o mais rápido possível, já que, neste momento, os interessados poderão parcelar sua negociação em até dez vezes. Depois, na medida em que a realização da Copa do Mundo for se aproximando, o parcelamento só poderá ser feito em prazos menores.

No início da semana, a cotação do euro, de acordo com o Departamento de Câmbio do Banco Central, estava em R$ 3,75.

Dicas para se comunicar na Rússia

Quem estiver disposto a viajar para a Rússia deve saber um mínimo do idioma e do alfabeto russo. Quem diz isso é a psicóloga e professora de russo Alina Kaledina (pronuncia-se Alína Kaliêdína), que vive há cinco anos no Brasil, onde é estudante na USP (Universidade de São Paulo).

Segundo ela, engana-se quem acha que saber inglês seja o suficiente em solo russo.

“Eu acredito que, sem saber o alfabeto [cirílico/russo], é muito difícil de aprender algumas palavras em russo. A língua russa é muito distante do português e do inglês. Se o brasileiro sabe algumas línguas europeias, isso não vai ajudar muito na Rússia. Grande parte da população russa não fala línguas estrangeiras ou [no máximo] fala inglês num nível baixo. Então, para o brasileiro que não sabe nada de russo, pode ser difícil a comunicação, de realizar alguma comunicação fora dos aeroportos. Então, eu aconselho a aprender o alfabeto, o que não é uma tarefa difícil, na verdade”, comentou.

Entre outras palavras e expressões, Alina Kaledina sugere que, para um cumprimento como o brasileiríssimo “olá”, use-se o termo “Zdrastvuitche” e não o conhecido “Privet” (pronuncia-se Priviét), utilizado somente entre pessoas que são amigas íntimas.

Os brasileiros também devem saber perguntar “quanto custa” em russo: “Skolka Stoit”. Segundo a professora, em um mês de estudos, com duas aulas por semana de uma hora cada, o brasileiro já estará em condições de lidar com o alfabeto russo ou cirílico.

Fonte: Sputnik Brasil

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