Siga
Professor assedia alunas por notas: 'na minha casa ou na sua?'
© Reprodução/TV Anhanguer

Polícia

Professor assedia alunas por notas: ‘na minha casa ou na sua?’

Estudantes de 15 e 16 anos denunciaram o docente à Polícia Civil

“Ele pegou no meu braço e disse que eu tinha tirado nota baixa,mas que ele tinha me dado pontos a mais”. O relato é parte de depoimentos prestados por duas adolescentes à Polícia Civil de Aparecida de Goiânia, em Goiás, nesta terça-feira (18), contra um professor. As estudantes, de 15 e 16 anos, respectivamente, alegaram ter sido assediadas pelo mestre, que teria pedido favores sexuais em troca de pontos a mais no boletim.

Com a aluna de 16 anos, as informações são de que o professor foi direto e, em plena sala de aula, perguntou, ao entregar o boletim a adolescente, se o agradecimento seria consumado na casa dele ou na dela. “Eu voltei para o meu lugar tremendo”, contou.

A outra aluna assediada, de 15 anos, foi abordada em dezembro do ano passado pela rede social. Ele escreveu que era ela “bonita”. “Quando minha amiga me falou o que tinha acontecido, eu falei que ele também já tinha falado essas coisas pra mim, que eu era bonita, que estava pensando bobagens”, disse.

LEIA TAMBÉM:

Assédio de José Mayer é destaque na imprensa internacional

POLÊMICO – Professor de história expõe bandeiras com símbolos nazistas

Unindo tecnologia e didática, professor universitário leva conteúdo da sala de aula para internet

Uma terceira estudante também teria sido assediada, mas não quis denunciar o docente. As colegas de escola disseram à polícia, no entanto, que ela contou que ele escreveu que ela era “delícia d+ (demais)”. Em outra mensagem, teria dito que estava com “vontade de provar”.

Os pais e responsáveis pelas duas alunas informaram à polícia que procuraram a direção da escola, que não teria tomado nenhuma providência. “A diretora humilhou minha filha, porque disse que ela estava entendendo tudo errado, que ela não tinha nada a ver com essa situação, gritou com ela”, contou a mãe da garota de 15 anos. Procurada pela TV Anhanguera, a escola preferiu não emitir comentários. A delegada Paula Meotti investigará o caso.

Fonte: Notícias ao Minutos

Publicidade

ASSFAPOM - Associação dos Praças e Familiares da Polícia e Bombeiro Militar do Estado de Rondônia

Publicidade

Conveniência Liberdade em Porto Velho

Publicidade

Gurjão Santiago Kikuchi Advogados Associados

Publicidade

BOCA ROSA – Curso de Maquiagem PROFISSIONAL

Publicidade

3D Store - O estilo que você precisa!

Publicidade

O tal do Espetinho

Publicidade

Aggio Climatização