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Audiência de instrução legislativa debate situação da Vila Dnit
Foto: ALE/RO

Política

Audiência de instrução legislativa debate situação da Vila Dnit

Moradores reivindicam melhorias no abastecimento de água, luz, saneamento básico, transporte e segurança pública

O deputado Jesuíno Boabaid (PMN), na tarde desta segunda-feira (24), presidiu a audiência de instrução legislativa para discutir os problemas da Vila Dnit, localizada às margens da BR 319, após a ponte sobre o rio Madeira, sentido Humaitá.

No condomínio residem cerca de 200 famílias, moradores oriundos do bairro Balsa, na margem direita do Madeira, que foram realocados após a histórica cheia em 2014.

Jesuíno Boabaid informou que já vem recebendo várias reivindicações de moradores que anseiam por melhorias em relação à questão da distribuição e captação de água, saneamento, energia elétrica, transporte e segurança pública.

O presidente do Bairro Dnit, José Santos Silva, disse que há quatro anos as famílias enfrentam sérios problemas. Ele destacou que na última vez as famílias ficaram oito dias sem água em razão de uma bomba queimada que não foi substituída.

Jesuíno destacou por diversas vezes que já abriu discussão sobre o tema e até o momento não viu providências sendo tomadas. O deputado pediu informações quanto à Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).

O superintendente regional da Caerd, Mauro Berberian, explicou que a companhia não pode investir dinheiro público para finalizar obra executada por empresa privada, uma vez ter sido executada por um consórcio.

Segundo ele, por meio de uma comissão de recebimento formada para analisar o abastecimento de água da vila, ficou constatada uma falha construtiva.

Berberian ressaltou que a falta de água em determinados pontos do condomínio é oriunda da vazão dos poços. Segundo ele, Caerd estaria projetando uma captação superficial de água e não através de escavações profundas.

O coordenador de engenharia do Dnit, Alan Lacerda, disse que a obra foi entregue a cerca de quatro anos e que problemas de uso podem ocorrer com o tempo. No entanto, disse que se ficar constatado que o motivo dos problemas é oriundo da execução da obra, que o Dnit tem a obrigação de solucionar.

Segundo ele, o departamento trabalha com engenharia rodoviária e precisa de parecer e laudo técnicos para trabalhar. Desta forma, o Dnit vai aguardar análise técnica sobre a razão dos problemas e encontrar a solução para resolver as demandas do condomínio.

A gerente de iluminação pública da Emdur, Gabriela Santos de Castro, disse que o órgão está preocupado com as reclamações de queda de energia, pois segundo a engenheira, quando a empresa instalar mais lâmpadas a queda vai se intensificar.

Ela disse não ter conhecimento do projeto elétrico inicial da vila e ressaltou a necessidade da intervenção da Eletrobrás para repotencializar os transformadores do condomínio.

A vereadora Ada Dantas (PMN) disse que esteve com o presidente da Emdur, Jucelino Amaral, e reforçou o pedido de providências, em especial, à questão da iluminação pública, que segundo ela é essencial para a segurança da comunidade.

Jesuíno Boabaid criticou a isenção do secretariado municipal que, segundo ele, não tem se envolvido com as necessidades da comunidade da Vila Dnit. O deputado ressaltou que o prefeito Hildon Chaves (PSDB) precisa chamar seus secretários para se atentarem às demandas da população.

Ada Dantas se comprometeu a oficializar as secretarias municipais em relação às necessidades da Vila Dnit, inclusive referentes ao transporte público para atender o residencial.

Em relação à assistência básica de saúde, o diretor do Departamento Municipal de Saúde da Semusa, Igor Amorim, informou que já foi providenciada uma equipe completa para fazer o atendimento na Vila Dnit. Ele confirmou que realmente havia uma deficiência em relação à falta de médico, mas que o problema já foi resolvido.

Ao final, Jesuíno Boabaid disse que oficializará o Dnit para que o órgão se manifeste sobre as soluções que tomará para sanar os problemas apresentados, apresente laudo técnico informando os serviços que serão executados.

A Caerd terá um prazo de cinco dias para encaminhar o documento de recusa quanto ao termo de recebimento provisório do sistema de abastecimento de água e prestar informações referente à forma de cobrança da tarifa de água e a instalação de 32 hidrômetros.

Fonte: ALE/RO

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