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Jesuíno Boabaid relata suspensão do Universidade Para Todos e problemas da Caerd
Deputado Estadual Jesuíno Boabaid. Foto: José Hilde

Política

Jesuíno Boabaid relata suspensão do Universidade Para Todos e problemas da Caerd

Possível perda de R$ 700 milhões por parte da Caerd será tema de investigação na Comissão de Fiscalização e Controle da Assembleia…

O deputado Jesuíno Boabaid (PMN) em seu pronunciamento na sessão ordinária desta terça-feira (11) destacou decisão do Tribunal de Contas que determina a suspensão do Programa Universidade Para Todos e a possível perda de recursos ao município de Porto Velho para saneamento e água tratada.

O parlamentar destacou a decisão do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Francisco Carvalho da Silva, que determinou a suspensão do Programa Universidade Para Todos.

Segundo a decisão do conselheiro, o município de Porto Velho deixou de arrecadar R$ 13 milhões. Concedeu prazo de 15 dias para que o município promova a adoção dos atos necessários do lançamento do ISS referente as diferenças sobre as bolsas que foram instruídas e o valor do ISS devido ao município.

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Entre as faculdades que deixam de beneficiar estudantes estão as instituições FIMCA, São Lucas e outras. Boabaid ressaltou que estranha, pois existe uma comissão que ganha do município para fiscalizar este Programa e não o fez.

Caerd

Outro tema levantado pelo deputado Jesuíno diz respeito a declaração do prefeito Hildon Chaves (PSDB), que relatou que o Estado deixou de efetuar ações no saneamento básico ocasionando perda de R$ 700 milhões para o município na realização das obras de água tratada 100% para Porto Velho e saneamento.

Boabaid disse que esta informação motivou o convite da presidente da Caerd para participar da reunião da Comissão de Fiscalização e Controle para se justificar. “Se o município perdeu este recurso teremos de responsabilizar todos os responsáveis”.

Apartes

O deputado Luizinho Goebel (PV) afirmou que Porto Velho tem menos de 2% de saneamento básico. Disse que se falava muito que o governo anterior não foi capaz de executar a obra, que na época passava de R$ 1 bi. E a notícia atual, segundo o parlamentar, é de que se perdeu o recurso devido a superfaturamento em mais de 200%.

Relatou que várias vezes foi pedido diretamente a ele pelo chefe da Casa Civil Emerson Castro, para que enaltecesse a realização desta obra e que estava sendo feito tudo dentro dos trâmites e que pediram a Assembleia a contratação de dezenas de cargos de confiança com altíssimos salários e o governo Confúcio Moura (PMDB), não foi capaz de executar a obra.

Porto Velho foi desmerecida pelo governo Confúcio Moura ressaltou Luizinho. Afirmou que a propaganda da reeleição dizia 150 km de asfalto na capital, mas na verdade eram apenas 6km. “Se este governo tirou este direito do povo de Porto Velho não merece nosso respeito. Deve ser apurado. Não podemos ser coniventes com isso”.

Hermínio Coelho (PDT) pediu uma comissão para levantar as informações e responsabilizar todos os envolvidos. “O pior de tudo é que o governo Confúcio não reconhece seus erros, se achando o máximo”, disse Hermínio.

Fonte: ALE/RO – DECOM – Geovani Berno

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