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LORDE HILDON E A ALIADA CÂMARA DOS COMUNS NO QUINQUÊNIO


Política

Lorde Hildon, Câmara do Vereados e o Quinquênio – [Parte 1]

Nosso editorial nos pediu um post do assunto que gerou alta repercussão nas redes sociais, o fim do quinquênio dos servidores públicos municipais e o aumento no número de cargos comissionados. Missão dada é missão escrita. Mas como essa história poderia ser contada em Inglês? Lorde Hildon e a Aliada Câmara dos Comuns no Quinquênio.

RESUMINDO A HISTÓRIA

O chefe do executivo municipal de Porto Velho encaminhou para a câmara dos vereadores projeto de lei que extingue a gratificação quinquenal dos servidores públicos municipais, assim como as dos que ainda vão ingressar na carreira municipal.

O quinquênio, através de uma regra de transição, garante e congela o benefício para os que já estão na carreira. Juntamente a essa proposta, também foi encaminhado um outro projeto que aumenta o número de cargos em comissão (Clique aqui).

Na oportunidade os dois projetos foram aprovados pela câmara dos vereadores, sendo obedecida a legalidade do processo. A justificativa para tal proposta foi que a medida era necessária, pois os gastos relacionados ao pagamento do quinquênio são como “uma bomba relógio” no orçamento público (Clique aqui).

Dessa forma, sacrifica-se um setor, o servidor público, para o bem geral da população. Porém, essa dupla ação tornou-se paradoxal, já que o aumento de servidores comissionados também onera o cofre público.

COMO ESSA HISTÓRIA PODERIA SER CONTADA EM INGLÊS

LORDE HILDON E A ALIADA CÂMARA DOS COMUNS

É possível conter as ações do executivo? Quem poderá fazê-lo?

A primeira resposta é positiva. A solução vem de um caso que se iniciou na Inglaterra do século XVII, com a criação do parlamentarismo, pois podia o Rei exercer vários abusos em nome da maioria e em desfavor de uma minoria.

Destarte, foi necessário criar instituições que representassem e defendessem as minorias. Por isso foi criado a câmara dos comuns, era a origem da câmara dos vereadores ou de qualquer outro poder legislativo.

Então, quem poderia ter barrado, o fim do quinquênio e o aumento dos cargos em comissão? Os vereadores, eleitos para representar e defender a minoria, nessa situação o servidor público municipal.

LORDE HILDON E A ALIADA CÂMARA DOS COMUNS NO QUINQUÊNIO

Mas, onde estavam os representantes dos comuns para defender seu povo e lutar contra os abusos do rei? Um comum estava na câmara, lutou e votou contra, sir Aleks Palitot, os 15 outros lordes se juntaram ao chefe do executivo Lorde Hildon Chaves, e os 5 comuns restantes, não estavam no campo de batalha. E assim, o fim do quinquênio e o aumento de cargos em comissão foi aprovado, sem tirania nem violência, tudo transcorreu na civilidade da lei.

Lorde Hildon Chaves demonstra que poderá aprovar seu plano de governo sem grandes dificuldades, pois goza do carisma popular e a aliança da câmara dos comuns. Está com poder total. Mas com isso, o lorde poderá criar seu primeiro inimigo declarado, os súditos servidores que são força de trabalho essencial para o desenvolvimento das ações do executivo. Pois já ventila-se rumores de uma possível greve do serviço público municipal.

Sem os servidores para executar os mandos do “Rei”, a população ficará sem os serviços básicos necessário como: saúde, educação, infraestrutura urbana, entre outros bens essenciais à manutenção da paz e da ordem social, elementos básicos para manter o poder.

A VELHA LIÇÃO DE MAQUIAVEL

Voltamos a velha lição e ainda válida de Maquiavel para se manter o poder, “se queres fazer o mal, faça-o de uma vez”, transforme o servidor público municipal em alguém sem função ou remodele sua função.

Implementar as Parcerias Públicas Privada, como está no plano de governo, trará duas possibilidades de uso do servidor público municipal, uma de o transformar em um parasita sem serviço, e outra de transforma-lo no fiscalizador das empresas que executam os serviços reais.

A possibilidade dois me parece a mais justa do ponto de vista econômico e do de vista social.

Aos representantes dos comuns na câmara, pensem! O que será desses servidores se ficarem com funções minimizadas devido a instalação das PPP’s?

UM EXÉRCITO SEM COMANDO

UM EXÉRCITO SEM COMANDO - LORDE HILDON E A ALIADA CÂMARA DOS COMUNS

Servidores! Vocês são quase 13 mil (Clique aqui) e estão desorganizados no campo de batalha representativa, pelo quantitativo de vocês, podem eleger pelo menos 4 representantes, que não se ausentem em sessões importantes, e assim garantirão a defesa de seus direitos.

Aproveitem o sistema de divisão de poderes a democracia representativa, ela é uma forma de governo que permite o bem da maioria sem eliminar o bem-estar de uma minoria.

Porém, ela precisa ser exercida por quem a conheça, caso contrário será apenas demagogia e mentira. Para se evitar indisposições com o rei, serão apenas falsos lordes que querem manter seus cargos.

E assim, que essa História poderia ser contada em Inglês, Lorde Hildon e a Aliada Câmara dos Comuns.

Portovelhou na história política? Então curta, comente e compartilhe!

Fonte: Portovelhando.

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