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Maurão defende que atualização do Zoneamento contemple áreas em conflito

Política

Maurão defende que atualização do Zoneamento contemple áreas em conflito

Presidente da Assembleia diz que se estudos não contemplarem essas regiões, serão inúteis…

Em mais uma reunião para tratar da questão da Reserva Extrativista (Resex) Jaci-Paraná, que abrange áreas de Buritis, Nova Mamoré e Porto Velho, o presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PMDB), cobrou do secretário de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Vilson de Sales, celeridade no envio da atualização da 2ª Aproximação do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico.

O deputado disse, ainda, que o novo estudo seja acompanhado pelos parlamentares e pelos moradores de áreas que precisam ter sua situação regularizadas. Ele foi duro ao defender que, se não houver a inclusão de áreas de conflito agrário nos estudos, não faria sentido encaminhar essa atualização do Zoneamento para a Assembleia.

“É um custo muito alto para o Governo contratar uma empresa e fazer um estudo técnico. Porém, de nada adianta esse investimento, se a atualização não servir para corrigir essas questões agrárias pontuais, como é o caso da Resex Jaci-Paraná”, afirmou Maurão.

O secretário informou que os estudos técnicos estão sendo feitos e que uma audiência pública, ao final dos levantamentos, vai servir para esclarecer cada ponto do documento. “Não podemos adiantar nada ainda, pois os estudos estão sendo conduzidos. Temos uma empresa que foi contratada via licitação para proceder aos levantamentos”, explicou.

Na presença de moradores da área, já ocupada e que em nada lembra mais uma reserva, Maurão garantiu que a Assembleia não irá votar a atualização do Zoneamento, caso não incluam essas áreas litigiosas, já devidamente ocupadas, mas que continuam como sendo reservas, somente no papel.

“Em minha opinião, uma saída seria a atualização da 2ª Aproximação do Zoneamento. Se não contemplar essa e outras regiões, com situação semelhante, de nada adiantam os estudos e esse projeto já nasce morto e nem será apreciado pela Assembleia, em razão de sua inutilidade”, desabafou o deputado.

Fonte: ALE/RO - DECOM - Eranildo Costa

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