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Rondônia

Aumento de temperatura acima da média e algumas friagens caracterizarão o verão em Rondônia

Mesmo com previsão de aumento de temperatura entre 0,4° e 0,6° C acima da média, algumas friagens caracterizarão o verão amazônico neste ano, cuja temperatura média é 24,5°. Assim, em junho uma massa polar, conhecida entre especialistas por previsão de anomalias, se deslocará sobre a Amazônia Ocidental brasileira, produzindo friagem em Rondônia.

Foi o que informou o meteorologista Fábio Adriano Monteiro Saraiva, com base em dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Segundo Fábio Saraiva, que trabalha na Coordenadoria de Geociências da Secretaria Estadual do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), a origem dessa friagem no estado explica-se pela influência de anticiclones formados em altas latitudes e que atravessam a Cordilheira dos Andes em direção ao sul do Chile.

“Em alguns anos, em poucos dias dos meses de junho, julho e/ou agosto, Rondônia vive essa situação”, observou.
Segundo Fábio, esses anticiclones são excepcionalmente intensos e se deslocam em direção à região amazônica.
Fábio Saraiva lembrou que o chamado verão austral (do hemisfério sul) é marcado por maior concentração da energia solar, e maio é o mês de transição entre os períodos chuvoso e seco.

Estatísticas do Inmet demonstram a ocorrência de 35% a 45% de chuvas acima da média normal entre maio e junho, daí as precipitações no período
Rondônia não sofre grandes influências da continentalidade (maior ou menor distância em relação ao mar). Predominantemente, seu clima durante todo o ano é o tropical úmido quente, com insignificante amplitude térmica anual e notável amplitude térmica diurna, especialmente no inverno.

MÉDIAS PLUVIOMÉTRICAS

► Em maio, a estimativa pluviométrica é de 80mm a 220mm; em junho ela varia de 10mm a aproximadamente 80mm.
► Em julho, baixa para 10mm a 30mm, e em agosto sobe novamente para 10mm a 70mm.
► Em setembro melhora, com a média de 30mm a 140mm.
► A média anual da precipitação pluviométrica varia entre 1.400 a 2.600 mm/ano.

Os dados da Rede de Estações Meteorológicas de Rondônia (Remar) e da Agência Nacional de Águas (ANA) se fundamentam na análise do período de 47 anos, de 1970 a 2017. A Sala de Situação da Sedam reúne ações integradas entre as coordenadorias de geociências e de recursos hídricos.

Fonte: Assessoria

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