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Rondônia

Semusa capacita pessoal para diagnosticar e tratar sífilis

Qualquer pessoa pode solicitar na rede municipal de saúde testes rápidos que diagnosticam a doença

A Secretaria Municipal de Saúde de Porto Velho realizou na quarta-feira (16), no Espaço Mulher, capacitação de profissionais de saúde de atenção básica em manejo em sífilis congênita no município. A ação, iniciada dia 14, tem o objetivo de atualizar o pessoal no diagnóstico frente a incidência elevada, na casa dos 11%.

Isso quer dizer que a cada grupo de mil nascidos, ao menos 11 infecções ocorrem, segundo a enfermeira Maria de Lurdes da Silva Oliveira, que coordena a área de sífilis na Semusa.

Foram capacitados profissionais de saúde das regiões norte, leste e sul da cidade, para que eles orientem os usuários da rede municipal de saúde, especialmente as mulheres que dão início ao pré-natal, “evitando assim que as crianças nascidas não tenham sífilis congênita. Isso é de extrema importância no enfrentamento à doença, que, se não tiver o combate adequado, com a aplicação de benzetacil, pode causar sérias sequelas, entre elas a malformação e o aborto”, adverte a enfermeira.

A capacitação teve por objetivo também estabelecer o procedimento na rede municipal de saúde para que, a partir da primeira consulta, independente se no início do pré-natal, “caso a pessoa tenha contraído a doença, seja do parceiro ou de outros, dar início imediato ao tratamento. No caso positivo, não adianta a mulher ser medicada se o parceiro não fizer também. Ainda que curada, ela será contaminada novamente”, alerta Maria de Lurdes.

A também enfermeira Cleidinéia Amaral considera a atualização “extremamente importante no enfrentamento ao sífilis com a realização de testes rápidos que diagnosticam, além dessa, outras doenças sexualmente transmissíveis como hepatite e HIV. E isso deve ser feito já na primeira consulta de pré-natal: se houver diagnóstico positivo, a paciente vai ter que tomar a medicação na hora. Caso contrário, poderá ser dada à luz uma criança com malformação, quando não um aborto, além de a criança ter que enfrentar tratamento sofrível e demorado”.

Fonte: Semusa

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