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Assédio de José Mayer é destaque na imprensa internacional
Foto: Divulgação, Globo/Paulo Belote / PurePeople

Brasil

Assédio de José Mayer é destaque na imprensa internacional

Ator foi suspenso por tempo indeterminado de futuras produções da Globo

O caso de assédio envolvendo José Mayer ganhou destaque na imprensa internacional. Prova disso é que nesta quinta-feira (13) o jornal americano “The New York Times” chamou atenção para a punição do ator. Ele foi suspenso por tempo indeterminado de futuras produções da Globo. “Uma vitória contra o machismo no Brasil: Uma estrela de novelas é punida por assédio”, publicou o veículo. O texto compara a situação vivida pela figurinista Susllem Tonami, apoiada por atrizes da emissora carioca, à trama de uma novela. “Pode não ter sido exatamente o final feliz que encerra os melodramas da Globo, mas foi aplaudido por um movimento feminista cada vez maior”.

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Além do “The New York Times”, o “Washington Post” também comentou o assunto e deu destaque, na semana passada, ao pedido de desculpas do José Mayer e apontou que o veterano tem mulher, Vera Fajardo, e filha, Julia, que apagou seus perfis nas redes sociais após críticas ao pai. No Reino Unido, o “Daily Mail” noticiou o global assumindo o assédio em uma carta aberta, escrita por assessoria contratada, e o jornal canadense “The Globe and Mail” falou sobre a “grande agitação” causada pela denúncia.

Vítima de assédio sexual, Susllem não tem intenção de levar o caso à Justiça. O delegado titular da 32ª DP, Rodolfo Waldeck, chamou a figurinista – reclusa desde que a denúncia veio à tona – para depor, mas o comparecimento não é obrigatório. A stylist, inclusive, não tem atendido telefonemas da polícia e disse na última ligação que não tem interesse em formalizar a queixa. Ou seja, sem isso, não é possível abrir uma investigação. Caso a investigação seja aberta, José Mayer, que é visto atualmente na reprise de “Senhora do Destino”, pode responder pelo crime de assédio. A pena prevista é de até dois anos de cadeia. Ele também pode ser responsabilizado por estupro, já que uma mudança na legislação, em 2009, ampliou o conceito para qualquer contato físico sem consentimento.

Fonte: Terra

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