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Fotógrafa deixa felino em pet shop e o recebe morto em saco de lixo

Brasil

Fotógrafa deixa felino em pet shop e o recebe morto em saco de lixo

Já imaginou levar o seu bicho de estimação para o veterinário e recebê-lo morto em um saco plástico? Foi exatamente isso que aconteceu com a fotógrafa Marina Assunção Duarte, 21 anos. Ela contou a reportagem que na última quarta-feira (4/10) levou seus dois gatos, Felpudinho e Aisha, para serem vermifugados e tomarem banho no Pet Shop Dog Tique, na 413 da Asa Sul. Mas, para sua surpresa e desespero, um deles morreu durante o banho.

“Voltei para buscar os dois às 16h30. Falei com uma moça, mas ela não me respondeu, apenas levantou e saiu. Logo depois, o veterinário chegou. Perguntou se eu tinha problema de coração. Disse que não e ele me contou que o Felpudinho estava morto”, lamentou Marina.

A primeira reação da fotógrafa foi ligar para o namorado e pedir ajuda. Assim que desligou o telefone, ela pediu para ver o bicho de estimação. “Não sei se algum dia vou conseguir esquecer como estava o rosto dele. Era como se tivessem puxado para trás, com orelhas baixas e a boca semiaberta, com sangue. O pelo estava todo molhado”, disse.

Ao ver Felpudinho naquela situação, a jovem entrou em desespero e começou a chorar. O veterinário teria então questionado o porquê de ela não ter avisado sobre o gato ser estressado. Disse ainda que teriam sedado o animal se soubessem da condição dele. “Olhei pra ele e questionei: por que vocês não pararam? Ele não me respondeu.”

A moça ficou desnorteada e não sabia o que fazer com o corpo do bicho. O veterinário, então, propôs colocá-lo no freezer do pet shop. “Saí chorando e, quando meu namorado chegou, decidimos levar o corpo do Felpudinho. Não tive coragem de pegá-lo. Foi ele [o namorado] que buscou a Aisha e o Felpudinho, dentro de um saco de lixo.”

Marina levou o corpo do gatinho para a necrópsia e aguarda o resultado para entrar com processo contra a Dog Tique.

O outro lado

Procurado pela reportagem, o Pet Shop Dog Tique encaminhou a ligação para o veterinário responsável pelo atendimento a Felpudinho, José Caetano de Assis Filho. Segundo ele, o felino ficou estressado e teve problemas respiratórios durante o procedimento.

“O rapaz que deu o banho disse que o gato estava muito estressado e que teria passado muito mal no momento da secagem, chegando a ter uma parada cardiorrespiratória. Levei ele para o consultório e tentei reanimá-lo, mas já era tarde”, explicou.

Segundo Assis, os animais mortos vão para o freezer até que uma empresa especializada os busque para fazer a exumação.

Fonte: Metropoles

 

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