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Um mês sem Bruno Borges: Família se dedica à tradução da obra do estudante desaparecido

Brasil

Um mês sem Bruno Borges: Família se dedica à tradução da obra do estudante desaparecido

Hoje, quinta-feira, 27, completa um mês do desparecimento do estudante Bruno Borges. Durante esse período, a família dele vem se dedicando a traduzir os 14 livros criptografados deixados no quarto do jovem. Três deles já foram decifrados. “Infelizmente, todo dia é mais um dia de angústia. A gente está torcendo para que isso acabe logo, para que possamos a voltar a viver normalmente”, disse o pai de Bruno, Athos Borges, ao jornal Extra.
Há três amigos da família estão ajudando a traduzir os livros de Bruno, mas muita gente dentro e fora do Acre tem tentado descobrir o que diz o estudante em sua obra. A irmã, Gabriela, já disse que o conteúdo trata da busca do conhecimento.

Bruno completou 25 anos na última sexta-feira, e seu perfil em rede social recebeu mensagens de parabéns. De acordo com o Extra, ainda que não haja indícios de que tenha ocorrido algum crime, segundo o secretário de Polícia Civil do Estado do Acre, delegado Carlos Flávio Portela, a polícia está investigando as informações adquiridas e checando os locais onde Bruno poderia estar. “Tudo indica que ele saiu voluntariamente e não foi vítima de nenhum crime. Temos investigado. Nós checamos todas as informações e mantemos contato com a família dele, mas ele pode estar em qualquer lugar, seja nas proximidades ou em países vizinhos. Fazemos incursões para checar locais de difícil acesso e seguimos o rastro do jovem até ele desaparecer. Também advertimos as pessoas sobre a necessidade de enviar informações se souberem de algo”, disse Portela.

O estudante Bruno Borges desapareceu em Rio Branco no dia 27 de março deixando em seu quarto 14 livros escritos a mão e criptografados, além de uma estátua do teólogo italiano Giordano Bruno (1548-1600), avaliada em R$ 7 mil.
Segundo os parentes, o estudante vinha trabalhando havia 20 dias num projeto em seu quarto —o local não tem mobília e as paredes foram preenchidas com escritos. Os pais de Bruno estavam viajando quando ele realizava esse projeto e os irmãos não desconfiaram de nada.

Segundo a polícia, o jovem deixou a casa levando com ele um celular, um HD e algumas peças de roupas. O celular não está sendo utilizado.

Fonte: ac24horas

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