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Campanha de adoção inicia neste final de semana em Porto Velho

“Por que não eu?” é o slogan da campanha de apadrinhamento e adoção de crianças maiores e adolescentes

O dia nacional de adoção é 25 de março, mas o Poder Judiciário, em parceria como o Ministério Público e Prefeitura de Porto Velho, já desenvolve ações de articulação e mobilização da sociedade para esse tema relevante, que proporciona garantias constitucionais de convivência familiar às crianças e adolescentes abrigados. Muitos deles estão aptos à adoção e aguardam ansiosamente o momento de encontrarem uma nova família”.

Campanha de adoção inicia neste final de semana em Porto Velho

Foto: Divulgação

Nó próximo final de semana (feriadão), 29 e 30 de abril e 1º de maio, a população poderá visitar o stand sobre adoção e apadrinhamento de crianças e adolescentes no Porto Velho Shopping, que também apoia a ação. No local, servidores do Judiciário, MP e Prefeitura, que lidam diretamente com adoção ou o programa “Apadrinhando uma História”, estarão em regime de plantão no horário de funcionamento do shopping para prestar informações à população e incentivar esse grande ato de amor.

No dia 29, às 17h, crianças e adolescente em situação de acolhimento institucional, crianças já adotadas, pais e profissionais que atuam na área,  farão um passeio pelo shopping, ocasião em que apresentarão um número musical em forma de coral.

Adoção

O Estado de Rondônia conta com 23 comarcas e todas estão com cadastro ativo. Há equipe psicossocial em todas elas. No interior do estado, são 39 assistentes sociais e 33 psicólogos que atuam em todas as áreas, inclusive com adoção.

Já na capital, onde há vara específica, o 2º Juizado de Infância e da Juventude, responsável pela proteção da criança, há uma seção específica de colocação familiar, na qual trabalham 2 assistentes sociais e 4 psicólogos.

Na análise desses profissionais o corpo é bem atuante e engajado na causa, por isso está sempre buscando novas formas de mobilizar a sociedade para cumprir com o que determina a legislação, ou seja: a preparação para a adoção, seja por meio de atendimentos individuais seja por meio de curso preparatório e reuniões temáticas, por quais todos os pretendentes precisam passar para se habilitarem. “Dessa forma evitamos o insucesso de adoções e aumentamos os números de adoções bem-sucedidas”, explica Emeriana Silva, assistente social do Núcleo Psicossocial.

A média no cadastro nacional de adoção é de 5 pretendentes para cada criança disponível para adoção, uma conta que não fecha, porque, apesar da quantidade, muitas crianças passam a vida toda no abrigo. Para mudar é preciso que os adotantes flexibilizem o perfil de escolhas, sobretudo com relação à idade. A maioria, 91,2%, tem mais de 5 anos de idade.

Apadrinhamento

O projeto “Apadrinhando uma história”, que incentiva o apadrinhamento de crianças e adolescentes abrigadas, tem dois anos e meio de duração e ótimos resultados.

O projeto foi pensado visando estabelecer uma nova experiência de filiação, possibilitando a quebra do sentimento de abandono e a recuperação da autoestima de crianças e adolescentes, pela oportunidade de ter sido eleito por alguém como depositário de investimento de afetos e cuidados. Foi idealizado pelas equipes do 2º Juizado de Infância e da Juventude, Serviço de Acolhimento Institucional – SAIN, da Secretaria de Assistência Social do Município de Porto Velho, Centro de Apoio Operacional da Infância e da Juventude do Ministério Público e da Comissão Estadual Judiciária de Adoção – CEJA.

A iniciativa tem o objetivo de sensibilizar e captar pessoas com interesse e disponibilidade de tornarem-se “padrinhos e madrinhas” de crianças e adolescentes em situação de acolhimento institucional, cujos vínculos com as famílias de origem encontram-se total ou parcialmente rompidos e que estejam numa faixa etária avançada, com doenças crônicas, deficiências físicas e mentais, soropositivas, etc., características que reduzem as possibilidades de inserção em família substituta.

As três modalidades de apadrinhamento são:

– Afetivo: é aquele que visita regularmente a criança ou adolescente, buscando-o para passar final de semana, feriados ou férias escolares em sua companhia.

– Provedor: consiste em dar suporte material ou financeiro à criança e ao adolescente, seja com a doação de materiais escolares, calçados, brinquedos, seja com o patrocínio de cursos profissionalizantes, reforço escolar e prática esportiva.

– Prestador de serviços: o profissional liberal que se cadastra para atender às crianças e adolescentes participantes do projeto, conforme sua especialidade de trabalho. Empresas, clínicas ou instituições podem se cadastrar, voluntariamente.

Participação

Para participar é necessário realizar inscrição na Vara do 2º Juizado da Infância e da Juventude, no Serviço de Acolhimento Institucional (SAIN- Semas) ou no Ministério Público – Promotoria da Infância, com a documentação exigida, e participar desenvolvendo ações de acordo com sua área de conhecimento, voltadas para crianças e adolescentes das unidades de acolhimento. Para o padrinho afetivo é necessária a participação de estudo com a equipe interprofissional do Serviço de Acolhimento e de oficina preparatória.

Endereço do SAIN

Rua Geraldo Ferreira, 135, Jardins das Mangueiras

Tel. 3229-3233 ou 08006471311

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional

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