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Moradora de Rondônia é acusada de fazer parte de grupo que incentiva adolescentes a cometerem suicídios

Rondônia

BALEIA AZUL – Moradora de Rondônia é acusada de fazer parte de grupo que incentiva adolescentes a cometerem suicídios

              

Um adolescente que mora em Mato Grosso é investigado pela Polícia Civil de Goiás sob suspeita de integrar um grupo virtual que induz outros menores ao suicídio. Segundo reportagem publicada pela Revista Veja, o garoto morador do Estado vizinho seria um dos líderes em parceria com outros 3 adolescentes. Uma das participantes do grupo mora em Rondônia.

A assessoria da Polícia Civil confirmou a existência de um pedido para localização do jovem no Estado, o que já foi feito. No entanto, não divulgou em qual cidade e nem a idade do menor. Justificou que a medida se faz necessária por se tratar de investigação externa e que está sob sigilo, por envolver menores.

O caso começou a ser investigado em fevereiro deste ano, na cidade de Goiânia, quando 2 meninos, de 13 e 15 anos, tiraram a própria vida. Ambos participavam de um grupo denominado The Haters (Os Odiadores), com características parecidas ao jogo criado na Europa, chamado “baleia azul”.

Conforme o depoimento de um participante do grupo, os idealizadores determinavam tarefas incluindo automutilações, enviar vírus, invadir e derrubar páginas de “inimigos” nas redes sociais, até o último ato, se matar. O jovem de 18 anos conta 87 cicatrizes nos braços e apesar de ter recebido sugestão para se matar disse não ter tido coragem para tal ato.

Ainda de acordo com a reportagem da revista, nas investigações, o garoto mato-grossense foi identificado pelo apelido utilizado no Facebook, Emerson Akbar. Ele seria responsável por administrar a página. O adolescente identificado como o “cabeça” do grupo, vive em São Paulo, conforme as investigações, ele utiliza o nome de Igor Akbar.

A 3ª integrante seria Gabriela Akbar, especialista em invadir computadores, que mora em Rondônia. Saymon Akbar, o recrutador dos participantes, é do Amazonas. Todos os 4 se descreviam como uma família. A delegada responsável pelas investigações na Delegacia de Crimes Cibernéticos, Sabrina Leles, disse à revista que fez o pedido de busca e apreensão dos 4 adolescentes.

Fonte: Folha do Sul

              

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