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Trilhando a História

Estratégias Econômicas para Ocupação da Amazônia no século XVII

Estátua do Bandeirante Raposo Tavares no Museu Paulista
Antes do surto provocado pela economia da borracha, a Amazônia já havia passado por duas fases econômicas. A primeira, desde o início da colonização, em 1616, até o início da segunda metade do século XVIII, em 1750, caracterizou-se pelo extrativismo baseado na coleta de drogas do sertão (salsa, cacau, pimenta, castanha, cravo, canela, guaraná e urucum), intensificada pela Coroa Portuguesa frente às desvantagens de obtenção das especiarias do Oriente. Durante esse período, o sistema e capitães de aldeia e o regimento das missões administraram, respectivamante, o controle da mão-de-obra indígena.
A segunda fase teve início em 1750 até meados de 1830, e foi marcada, sobretudo, pelo incentivo à agricultura. Nesse período, chamado por alguns de “fase do ciclo agrícola”, o colono ao mesmo tempo em que realizava a coleta das drogas do sertão era incentivado a plantar espécies nativas ou não. Ainda assim, mesmo com a prosperidade agrícola desse período, a produção extrativa excedia o volume de produção cultivada. Nessa fase predominou o controle direto da Coroa portuguesa sobre a região por meio do Diretório dos Índios, durante a época pombalina e, posteriormente, do Corpo de Trabalhadores. Merece destaque, ainda, a instalação das fazendas nacionais no Vale do Rio Branco no final do século XVIII, por Manuel Gama Lobo D’Almada, como uma estratégia para ocupação efetiva da região.
Aleks Palitot

Professor e Historiador

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