A polícia alerta a população acerca do perigo que o homicida representa, pois ele está armado, é perigoso, tem desprezo pela vida e está desprovido de recursos.
Esquema de segurança do governo do Distrito Federal não permitia a entrada de veículos no local. Caminhoneiros e demais manifestantes retiraram as grades de segurança.
Nos registros, é possível visualizar um homem e uma mulher na parte de cima do flutuante, enquanto o restante dos ocupantes ocupam a parte inferior do barco.
Criminosos se passavam por funcionários de bancos para conseguir senha e cartão das vítimas. Segundo investigação, eles lavavam dinheiro com venda de veículos em São Paulo.
A apreensão aconteceu no dia 26 de agosto. Segundo os agentes da Polícia Federal, o dinheiro estava armazenado em caixas de papelão dentro da bagagem de mão do passageiro.