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BBB22: Equipe de Linn vai à polícia denunciar crimes de transfobia

Entre os alvos dos boletins de ocorrência, está o podcast Tarja Preta FM, que chegou a chamar a cantora de "troço"
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A equipe de Linn da Quebrada está tomando providências em relação aos insultos recebidos pela cantora durante sua participação no BBB22. Após pedir para os fãs reuniram postagens transfóbicos feitas contra a cantora, a assessoria de Linn da Quebrada afirmou que pretende registrar boletim de ocorrência contra os autores.

“A advogada de Linn da Quebrada, Juliana Souza, registrará, às 15h desta sexta-feira, dia 25, na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), em São Paulo, boletim de ocorrência em defesa à artista”, diz o comunicado divulgado pela assessoria ao UOL.

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Na imagem colorida, uma mulher está posicionada no centro. Ela tem cabelos escuros e curtos, tem olhos castanhos e sorri para a câmera
Em entrevista ao Gshow, a cantora diz ser fã do programa e garante que sairá milionária. “Estou indo para ganhar mesmo, sinto que é possível. Ouço o Tadeu falando o discurso final. Mas até ganhar tem uma trajetória. Será a experiência mais icônica da minha vida. Vou me dar muito bem nas provas. Eu gosto de disputar”, afirmouReprodução/ Instagram

Na imagem colorida, uma mulher está posicionada no centro. Ela tem longos cabelos escuros, tem olhos castanhos e olha seriamente para a câmera
Lina Pereira dos Santos, mais conhecida como Linn da Quebrada, é cantora, compositora, atriz e apresentadora. Natural de São Paulo, tem 31 anos e é travestiReprodução/ Instagram

Na imagem colorida, uma mulher está posicionada no centro. Ela tem longos cabelos escuros, tem olhos castanhos e olha seriamente para a câmera
Linn foi criada pela tia até os 12 anos e cresceu dentro da religião Testemunhas de Jeová. Quando começou a entender mais sobre sua sexualidade, no entanto, foi expulsa da congregaçãoReprodução/ Instagram

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Depois de todo o preconceito e das dificuldades que enfrentou ao se identificar como travesti, descobriu na música e na atuação a forma de se expressarReprodução/ Instagram

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Em 2014, aos 23 anos, foi diagnosticada com câncer nos testículos. Precisou fazer quimioterapia por vários anos, perdeu os cabelos e mudou a forma como pensava em relação ao mundo Reprodução/ Instagram

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Em apenas cinco dias, Linn foi vítima de comentários preconceituosos e transfobia dentro da casaReprodução/ Instagram

***Na imagem colorida, uma mulher está posicionada no centro. Ela tem cabelos escuros e curtos, tem olhos castanhos e olha seriamente para a câmera
Ainda enquanto lutava contra a enfermidade, Linn lançou suas primeiras músicas autorais. Foi ovacionada pelo público e embarcou em turnê nacionalReprodução/ Instagram

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Pouco antes de vencer a luta contra o câncer, estreou nos cinemas o filme documentário Meu Corpo é Político. Tempos depois, já curada da doença, protagonizou o longa Bixa Travesty. Desde então, a carreira de Linn continuou em ascensão Reprodução/ Instagram

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A atriz atuou em série na TV Globo, recebeu prêmios e é apresentadora do programa TransMissão, que discute pautas de gênero, raça e sexoReprodução/ Instagram

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Recentemente, a cantora dividiu nas redes sociais outra conquista: a inclusão do nome Lina Pereira dos Santos em sua documentação Reprodução/ Instagram

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Com quase 1 milhão de seguidores nas redes sociais, Linn é umas das participantes convidadas da 22ª edição do reality show Big Brother Brasil Reprodução/ Instagram

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Em entrevista ao Gshow, a cantora diz ser fã do programa e garante que sairá milionária. “Estou indo para ganhar mesmo, sinto que é possível. Ouço o Tadeu falando o discurso final. Mas até ganhar tem uma trajetória. Será a experiência mais icônica da minha vida. Vou me dar muito bem nas provas. Eu gosto de disputar”, afirmouReprodução/ Instagram

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Lina Pereira dos Santos, mais conhecida como Linn da Quebrada, é cantora, compositora, atriz e apresentadora. Natural de São Paulo, tem 31 anos e é travestiReprodução/ Instagram

Entre os alvos dos boletins de ocorrência, está o podcast Tarja Preta FM, apresentado por Robert Kifer, Arthur Petry, Bianca e Kaio D’Elaqua. Em um dos programas, os apresentadores chegaram a chamar a sister de “troço”.

“Eu acho que tem que parar de chamar travesti de ela. Começa a chamar de ‘troço’ que aí ninguém vai reclamar. Se alguém me chamasse de ele, eu só iria falar assim: ‘Não, eu não sou ele’”, disse Bianca, que é uma mulher cisgênero e heterossexual, durante o bate-papo com os demais titulares do podcast.

“São, pelo menos, três crimes de transfobia tendo a Linn como vítima”, detalhou a assessoria, “presentes em um link de um programa do YouTube, e ataques que foram reportados à equipe da Linn por meio da rede social ou por email.”

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