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JUSTIÇA – Provas apontam inocência do “Homem do Tempo”

Foto e convite mostram que ele não estava planejando os atos
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Há mais de 120 dias preso em uma casa de detenção provisória, o jornalista e sargento da PM/RO, William Ferreira, conhecido como “Homem do Tempo”, vem lutando para provar sua inocência das acusações de terrorismo, associação criminosa e golpe de Estado, feitas pelo Supremo Tribunal Federal – STF através do ministro Alexandre de Moraes.

No último dia 03 de fevereiro, agentes da Polícia Federal foram até a casa do Homem do Tempo em cumprimento à um mandado de prisão expedido pelo STF. Poucos dias antes, ele já havia relatado que apenas cumpria o seu ofício de jornalista no dia 08 de janeiro, quando foi até a sede dos Três Poderes, em Brasília (DF), e registrou os ataques antidemocráticos.

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No pedido de revogação da prisão, apresentado pela defesa do Homem do Tempo, foram anexadas provas de que William não promoveu nenhum dos crimes apontados à sua autoria pelo STF, aliás, provas documentais e registros de imagens mostram que ele estava exercendo o seu oficio de jornalista e visitando familiares.

Homem do Tempo estava próximo à sede dos Três Poderes

A primeira prova trata-se de um convite do clube militar onde o Homem do Tempo estava no dia 08 de janeiro, no exato momento em que eclodiu os ataques à sede dos Três Poderes. O convite havia sido entregue por seu genro, que é oficial militar e está destacado em Brasília – DF.

Foi nesse local, que fica próximo à sede dos Três Poderes que o Homem do Tempo tomou conhecimento do que estava acontecendo e decidiu ir até o local para veicular um “furo” de reportagem.

Neste momento surge a segunda prova, uma foto que mostra o Homem do Tempo se identificando como jornalista à uma equipe de servidores do STF que o escoltou até o local das manifestações, ou seja, ele chegou a sede dos Três Poderes como profissional livre de imprensa.

Convite em nome do Homem do Tempo mostra que ele estava no clube Militar

Ainda de acordo com a defesa do Homem do Tempo, já no local, ele decidiu se “encaixar” no local com uma bandeira do Brasil para não chamar atenção, já que ele estava fazendo ao vivo o registro de crimes contra o Estado. Vale salientar que todos os jornalistas da mídia tradicional foram duramente hostilizados nesse dia pelos manifestantes.

Essas provas mostram que o Homem do Tempo não estava associado a ninguém com intenção de depredar órgãos públicos, atacar a democracia ou promover atos terroristas, mas sim, desempenhando seu ofício de jornalista.

Homem do Tempo se identificou como jornalista à servidores do STF

Caso seja condenado, o Homem do Tempo pode pegar até 20 anos de prisão, mas, até o momento ele não foi pronunciado pelo STF. Ele aguarda a resposta da Justiça sobre a solicitação da revogação de sua prisão.

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