Quando um deles consegue arrancar a cabeça, o restante comemora e começam a jogar futebol com ela. A outra vítima tem o braço arrancado, mesmo já estando morta.
O papa Francisco aprovou a resposta, afirmou a congregação, acrescentando que ela “não pretende ser uma forma de discriminação injusta, mas antes um lembrete da verdade do rito litúrgico”