Em novembro de 2019, o deputado Anderson recebeu por meio da SEJUS oficio com informações de que a obra encontra-se paralisada, no entanto o projeto conta com 90% de sua conclusão.
Outro relevante indício das fraudes foi o fato de o servidor público investigado ocupar a terceira posição no país em quantidade de processamentos de valores relativos ao auxílio-reclusão.