O conselheiro Valdivino Crispim destacou que a inauguração de uma obra inacabada representaria riscos à segurança dos futuros usuários, além de desrespeitar a legislação que visa garantir o interesse público.
Com a proibição formal, o futuro do “mega réveillon” está indefinido, e a empresa Amazon Fort pode enfrentar medidas adicionais caso continue descumprindo as normas estabelecidas pelo IPHAN.