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CÂNCER NOS RIOS – Pela lógica de Cristiane Lopes, polícia contamina mais que o garimpo ilegal

Estudos revelaram a ligação do mercúrio no rio Madeira com o câncer de cidadãos portovelhenses
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A deputada federal rondoniense Cristiane Lopes (UNIÃO) afirmou no Congresso Nacional que a Polícia Federal está poluindo o meio ambiente sob o pretexto de acabar com o garimpo ilegal na região amazônica.

De acordo com a lógica da congressista, quando as forças policiais interditam a garimpagem com a queima de draga elas acabam promovendo crime ambiental mais nocivo que os garimpeiros por conta do óleo despejado nas águas.

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“A Polícia Federal não pode atuar do jeito que ela está fazendo, e outro, falam tanto da proteção ambiental, mas no momento em que você explode uma draga você está contaminando muito mais o rio”, disse Cristiane Lopes.

Vale destacar que o garimpo ilegal que tem a prática da utilização do mercúrio em excesso para separar o ouro dos demais sedimentos, causam a contaminação dos peixes, a morte dos rios, a remoção da cobertura vegetal e a fuga dos animais.

O mercúrio consumido pelos peixes acaba sendo repassado aos seres humanos em consequências terríveis, como o câncer.

A concentração do mercúrio no rio Madeira em Porto Velho apresenta taxas alarmantes, isso de acordo com estudos e análises técnicas realizados por universidades e órgãos de pesquisas ambientais.

A contaminação do mercúrio é tão nociva que não existe um prazo de tempo determinado para que ela se dissipe. Já o óleo queimado não se mistura com a água do rio, fato que leva a falta oxigenação aos peixes que acabam morrendo.

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