Os recursos são provenientes de emendas parlamentares indicadas por Dr. Fernando Máximo a fim de assegurar os investimentos necessários para a saúde dos munícipes.
Segundo fontes da prefeitura, a decisão foi tomada após alertas dos próprios engenheiros municipais sobre a impossibilidade técnica de inaugurar a obra neste momento
Segundo especialistas consultados pelo governo de Rondônia, o caso maranhense envolve “nepotismo cruzado”, prática que difere da realidade no estado rondoniense.