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Custo médio para viver no Brasil chega a R$ 3.520 e Rondônia fica acima da média da Região Norte

O dado reforça que viver em Rondônia não é barato, especialmente considerando a renda média da população local.

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Um levantamento recente sobre o custo médio mensal para viver em cada estado brasileiro revela um retrato claro das diferenças econômicas entre as regiões do país. A média nacional está em R$ 3.520 por mês, considerando despesas básicas como moradia, alimentação, transporte e serviços essenciais.

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Na Região Norte, a média ficou em R$ 3.150, mas Rondônia aparece acima desse valor, com um custo médio estimado em R$ 3.100 mensais. Embora esteja ligeiramente abaixo da média regional, o estado mantém um patamar considerável quando comparado a outros estados do Norte e Nordeste.

Rondônia no cenário nacional

Entre os estados da Região Norte:

  • Roraima: R$ 3.710
  • Tocantins: R$ 3.810
  • Acre: R$ 3.550
  • Pará: R$ 3.050
  • Amazonas: R$ 2.990
  • Amapá: R$ 2.830
  • Rondônia: R$ 3.100

Rondônia ocupa uma posição intermediária na região. O custo é maior que no Amazonas e Amapá, por exemplo, mas abaixo de Tocantins, Roraima e Acre.

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Comparação com outras regiões

A Região Sul lidera com média de R$ 3.940, seguida pelo Sudeste com R$ 3.840. O Centro-Oeste aparece com R$ 3.660. Já o Nordeste apresenta a menor média regional, com R$ 2.760.

O Distrito Federal é o ponto fora da curva, com o maior custo do país: R$ 4.920 por mês.

O que isso significa para Rondônia

O dado reforça que viver em Rondônia não é barato, especialmente considerando a renda média da população local. Embora o estado não esteja entre os mais caros do Brasil, também não figura entre os mais acessíveis.

Com inflação persistente, alta nos alimentos e aumento nos custos de serviços, o orçamento das famílias rondonienses segue pressionado. Para muitos, a realidade é fazer malabarismo para fechar as contas no fim do mês.

A discussão sobre custo de vida também passa por geração de emprego, renda e fortalecimento da economia local. Afinal, não basta comparar números. É preciso avaliar o poder de compra do cidadão.

E em Rondônia, esse debate precisa ser permanente.

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Grupo Marquise - EcoRondônia

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