Governo de Rondônia avança para viabilizar Hospital de Urgência e Emergência em Porto Velho

local atende aos requisitos técnicos necessários para receber um hospital de grande porte, o que permitirá acelerar a entrega da unidade, reduzindo prazos e custos em comparação à construção do zero.

IMAGEM ILUSTRATIVA
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O Governo de Rondônia está cada vez mais próximo de concretizar um dos projetos mais aguardados da área da saúde em Porto Velho: a implantação do Hospital de Urgência e Emergência da Capital. Em entrevista recente à SICTV, o governador Marcos Rocha confirmou que o Estado está em fase final de negociação para adquirir uma área já edificada, que deverá abrigar a futura unidade hospitalar.

Sem entrar em detalhes técnicos, o governador destacou que o projeto é tratado como prioridade absoluta dentro do Palácio Rio Madeira. Segundo ele, a implantação do hospital é pensada diariamente como uma resposta urgente à demanda crescente por atendimentos de média e alta complexidade na rede pública estadual.

Durante a entrevista, Rocha também fez questão de reconhecer o apoio institucional do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia, que acompanha de perto todo o processo. O presidente da Corte, o conselheiro Wilber Coimbra, participa diretamente das análises técnicas por meio de uma comissão especial criada para avaliar a viabilidade do investimento.

A área em negociação possui dimensões expressivas: cerca de 80 mil metros quadrados, com um conjunto de edificações que ultrapassa 30 mil metros quadrados de área construída. O local atende aos requisitos técnicos necessários para receber um hospital de grande porte, o que permitirá acelerar a entrega da unidade, reduzindo prazos e custos em comparação à construção do zero.

O investimento previsto gira em torno de R$ 67 milhões, valor que já está assegurado nos cofres estaduais. Parte significativa desse montante aproximadamente R$ 50 milhões tem origem em recursos liberados pelo próprio Tribunal de Contas em gestões anteriores, reforçando a parceria institucional entre os órgãos.

Embora o governo evite o uso da antiga sigla Heuro, tratando oficialmente o projeto como Hospital de Urgência e Emergência, a obra é vista internamente como estratégica para consolidar um legado administrativo na saúde pública. Com as tratativas em estágio avançado, resta apenas a conclusão das análises do Tribunal de Contas para que o negócio seja formalizado.

Se confirmada, a iniciativa representará um marco para Porto Velho, ampliando a capacidade de atendimento hospitalar e oferecendo uma resposta concreta a uma das principais demandas históricas da população.

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