Passado o período de Carnaval e com a cidade voltando à rotina normal, a gestão do prefeito Léo Moraes retoma o foco total nos desafios estruturais de Porto Velho. Em seu segundo ano de governo, o chefe do Executivo municipal conduz diversas frentes de trabalho ao mesmo tempo, mas há uma prioridade clara: o combate aos alagamentos, problema que há décadas afeta a população a cada chuva mais intensa.
Mesmo em meio ao rigoroso inverno amazônico, com chuvas constantes e volumosas como há anos não se via, a Prefeitura tem mantido uma série de ações em andamento. No dia a dia, equipes seguem atuando na limpeza de canais, na desobstrução de tubulações e na substituição de canalizações antigas por estruturas maiores, com o objetivo de melhorar o escoamento das águas.
Em vários pontos da cidade, inclusive em locais onde parecia não haver solução, já é possível perceber avanços. A limpeza constante dos canais tem ajudado a reduzir o acúmulo de água, embora o problema se repita com frequência por conta do descarte irregular de lixo. Muitas estruturas que estavam totalmente inoperantes, entupidas com terra, pedras e restos de vegetação, voltaram a funcionar após a intervenção das equipes.
Apesar dos resultados iniciais, a solução definitiva ainda está longe. Obras mais profundas, com investimentos pesados e planejamento de longo prazo, são consideradas fundamentais para enfrentar o problema de forma estrutural. Estima-se que seriam necessários recursos bilionários e vários anos de execução para resolver de vez a questão dos alagamentos que afligem grande parte da cidade.
Enquanto isso, a Prefeitura segue atuando com o que tem disponível e intensifica a busca por novos recursos para ampliar as intervenções. A administração municipal reconhece que o trabalho atual é apenas um começo e que o desafio é enorme, exigindo continuidade e persistência.
Outro ponto essencial para o sucesso dessas ações é a participação da população. O descarte de lixo nas ruas, bueiros e canais continua sendo um dos principais fatores que agravam os alagamentos. Sem a colaboração dos moradores, mesmo os esforços mais intensos acabam perdendo efeito. A combinação entre trabalho do poder público e consciência coletiva é vista como o caminho para reduzir, ao menos gradualmente, os impactos que tanto prejudicam o dia a dia do porto-velhense.





















