PORTO VELHO — Uma velha conhecida da população amazônica voltou a apresentar números que merecem atenção. Porto Velho registrou 3.061 casos de malária até 15 de setembro de 2026, com crescimento de aproximadamente 8,8%, segundo informações divulgadas pela rede municipal de saúde.
O dado ganha dimensão quando deixa a planilha e chega à realidade das famílias. Febre, calafrios, suor intenso, dor de cabeça e fraqueza podem retirar uma pessoa do trabalho por dias e, sem diagnóstico e tratamento adequados, a doença pode evoluir com complicações.
A região da Bacia Leiteira aparece entre as áreas de maior concentração de registros, reforçando a importância da vigilância principalmente nas zonas rurais e localidades próximas a áreas de mata.
Porto Velho reúne condições ambientais que favorecem a transmissão da malária e, por isso, combater a doença exige vigilância contínua, diagnóstico rápido e tratamento correto.
Quem apresentar sintomas compatíveis, especialmente após permanecer em região de transmissão, deve procurar atendimento de saúde e informar onde esteve. O diagnóstico e o tratamento são disponibilizados pelo SUS.
O aumento registrado em 2026 mostra que a malária não pode ser tratada como um problema do passado. Em Porto Velho, ela continua presente — e a prevenção ainda é uma das principais armas para impedir novos casos.




















