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Falso corretor dá calote de R$ 350 mil em venda de flat de luxo

Ele contou à polícia que, pelo “grau de intimidade” criado com os proprietários, poderia utilizar parte do dinheiro recebido

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Um homem de 40 anos foi indiciado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) por apropriação indébita. O suspeito se passou por corretor de imóveis e embolsou R$ 350 mil da venda de um flat localizado em hotel de luxo na capital federal. O caso é investigado pela 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte).

Intimado a depor, Christiann Douglas Costa da Silva confessou ter vendido dois flats de luxo no Golden Tulip Alvorada (foto em destaque), empreendimento localizado às margens do Lago Paranoá. Ele conta que repassou apenas R$ 450 mil aos donos do apartamento, valor correspondente à venda de apenas uma das unidades.

O recurso obtido com o segundo imóvel – R$ 350 mil – foi pago pelos compradores por meio da entrega de um veículo; e a outra parte, com dinheiro.

Christiann Douglas contou que a proprietária não sabia que um carro seria usado como parte da quitação do imóvel, mas que, àquela época, parecia ao suspeito não fazer diferença como o pagamento seria feito. Ele combinou com o comprador de receber o carro e pediu para que a quantia fosse depositada em sua conta. O suposto corretor, entretanto, não avisou à dona do imóvel sobre o acerto.

O homem explicou ter surgido uma oportunidade de investimento em um produto alemão e ele acabou utilizando os valores para concretizar o negócio. Alegou que, ” de certa forma”, apropriou-se do dinheiro pago pelo imóvel. Ele conta, porém, que pelo “grau de intimidade” que tinha criado com os proprietários, poderia utilizar o dinheiro recebido. Justificou acreditar que o investimento daria certo e devolveria o valor.

O investimento, entretanto, não deu certo, e ele perdeu todo o dinheiro. Sem saída, Silva tentou, sem sucesso, entrar em acordo com a dona do imóvel. Assinou uma confissão de dívida no valor de R$ 700 mil, mesmo tendo ciência de que o valor era de, apenas, R$ 350 mil.

Questionado pelos policiais sobre o porquê de assumir uma dívida maior que a original, Christiann Douglas preferiu não dizer em depoimento à polícia.

O representante legal das vítimas comunicou à polícia que, apesar de assinar o termo de confissão de dívida, o suspeito não quitou o pagamento, acarretando na condenação do falso corretor, no âmbito de uma ação cível. O valor atualizado, com a indenização, é de R$ 1,3 milhão.

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A coluna apurou que o falso corretor não tem cadastro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-DF). A defesa do acusado também não foi localizada. O espaço segue aberto para manifestação.

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Por Metropoles

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