Segundo o delegado Antonio Carlos Ractz, Miguel era obrigado a copiar frases como “eu sou um idiota”, “não mereço a mamãe que eu tenho”, “eu sou ladrão, “eu sou ruim” e “eu sou um filho horrível”.
A tortura foi compartilhada nas redes sociais e, segundo a polícia, as vítimas foram mortas porque estariam passando informações sobre o bando à integrantes de facções rivais.