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Quarta-feira, 25/05/2022

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Rodrigo Mussi: polícia solicita à 99 as horas trabalhadas de motorista

Polícia Civil quer saber se excesso de horas de trabalho pode ter influenciado conduta de motorista em colisão que deixou ex-BBB na UTI

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A Polícia Civil de São Paulo requisitou à empresa 99 Taxi que informe qual foi o total de horas trabalhadas pelo motorista Kaíque Reis, 24 anos, nos últimos sete meses. Ele é investigado porque possivelmente provocou a colisão, na zona oeste de São Paulo, que colocou o ex-BBB Rodrigo Mussi em estado grave na UTI.

Policiais enviaram um ofício à 99 na última terça-feira (5/4) em que solicitam que seja discriminado, por dia, quantas horas Reis trabalhou no aplicativo.

Reis afirmou em depoimento à polícia que trabalhava, durante a pandemia, de 4h às 12h, parava para “descansar”, e depois voltava para trabalhar de 18h às 22h.

Limite de uso
Com a reabertura de bares e a flexibilização das medidas restritivas de funcionamento do comércio, o motorista afirmou que passou a trabalhar de 18h às 6h, “quase seis dias por semana”.

Ele acrescentou ainda que o Uber impõe um limite de 12h de uso do aplicativo pelos motoristas, enquanto em outros aplicativos como 99 e Indriver não existiria esse limite.

O motorista tinha dito inicialmente à polícia que acreditava ter dormido ao volante, antes de seu veículo colidir com a traseira de um caminhão na Marginal Pinheiros, na zona oeste de São Paulo.

Mas, em novo depoimento, na última terça-feira (5/4), ele alegou que “não consegue determinar com absoluta certeza o que houve” antes do acionamento do airbag do assento de motorista, quando “o acidente já havia ocorrido”.

Cinto de segurança
Ao falar novamente à polícia, o motorista também disse que cobrou que Mussi colocasse o cinto de segurança no banco de trás, mas alegou que não verificou posteriormente se ele tinha afivelado o cinto.

Ações do Governo de Rondônia

Policiais também exigiram que a 99 informe quais foram os veículos utilizados por Reis desde que se cadastrou na plataforma, assim como os extratos de atendimentos a clientes e os dados qualificativos dele na plataforma, bem como os dados qualificados de Rodrigo Mussi.

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Antes de se envolver na colisão que feriu Mussi, o motorista já tinha se envolvido em outras quatro colisões ao longo do ano passado, como informou o jornal. Em pelo menos uma dessas batidas, uma passageira ficou ferida.

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Por Metrópoles

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