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Preço da botija de gás tem diferença de quase R$ 20 em Porto Velho

Dado faz parte de levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nesta semana. Em Rondônia, preço médio do gás subiu 10% em quase um ano.
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A diferença no preço da botija de gás chega a quase R$ 20 nos estabelecimentos comerciais de Porto Velho, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgada nesta semana.

O levantamento do órgão regulador revela que, na última semana de janeiro de 2021, o botijão de 13 quilos mais barato é comercializado a R$ 82. Já o maior valor cobrado ao consumidor é R$ 99. O levantamento foi feito em 116 estabelecimentos.

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Em relação ao preço médio do gás na capital, de acordo com a ANP, o botijão está saindo a R$ 90,51.

Gás em Rondônia
A pesquisa indica ainda que o preço médio do gás subiu 10,08% em Rondônia em quase um ano. Em março do ano passado, por exemplo, a unidade de 13 quilos custava R$ 82,22.

Já no último mês de janeiro, o valor da botija passou a ser de R$ 90,51, em média.

Veja, abaixo, o preço cobrado pelo gás entre março de 2020 e janeiro de 2021 em Rondônia:

Preço do gás em Rondônia
Veja quanto custa o gás 13 quilos, em média.
2020-2021
82,22 82,22
81,79 81,79
81,01 81,01
81,39 81,39
84,12 84,12
84,8 84,8
87,96 87,96
90,51 90,51
Gás 13 quilos
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Novembro
Dezembro
Janeiro
80
82,5
85
87,5
90
92,5
Novembro
● Gás 13 quilos: 84,8
Fonte: ANP

Aumento do gás em 2021
Em janeiro, a Petrobras anunciou que vai elevar em 6% o preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha. Com o reajuste, o valor praticado pela Petrobras irá a R$ 35,98 por 13kg.

Em nota, a empresa reiterou que desde novembro de 2019 igualou os preços de GLP para os segmentos residencial e industrial/comercial, e que o produto é vendido pela Petrobras às distribuidoras a granel.

“Por sua vez, as distribuidoras são as responsáveis pelo envase em diferentes tipos de botijão e, junto com as revendas, são responsáveis pelos preços ao consumidor final”, frisou a empresa.

A Petrobras afirmou ainda que os preços de GLP praticados por ela tem como referência o valor de paridade de importação, formado pelo valor do produto no mercado internacional, mais os custos que importadores teriam, como frete de navios, taxas portuárias e demais custos internos de transporte para cada ponto de fornecimento, também sendo influenciado pela taxa de câmbio.

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