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EM LINHA RETA – Mpox exige informação, responsabilidade e atitude – por Alan Drumond

Alan Drumond é jornalista, especialista em Ciência Política e editor-chefe do portal JH Notícias.

Por

Alan Drumond

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A Mpox é uma doença viral. Mas antes de qualquer alarde, é preciso dizer o óbvio que muita gente esquece: informação é a melhor vacina contra o medo e contra a desinformação.

Os sintomas são claros e não devem ser ignorados. Febre, dor no corpo, dor de cabeça, cansaço intenso, calafrios, ínguas no pescoço, axilas ou virilha e, principalmente, lesões ou bolhas na pele. Esses sinais não podem ser tratados como algo comum ou “só mais uma virose”.

A transmissão acontece, principalmente, pelo contato direto com lesões, secreções e gotículas respiratórias. Também pode ocorrer pelo compartilhamento de objetos contaminados, como roupas de cama, toalhas e utensílios pessoais. Ou seja, cuidado e responsabilidade fazem toda a diferença.

Não é momento para pânico. É momento para prevenção.

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Evitar contato com pessoas que apresentem lesões suspeitas é fundamental. Não compartilhar objetos pessoais é básico. Higienizar as mãos com frequência continua sendo uma das atitudes mais eficazes na proteção contra diversas doenças. E, se for necessário cuidar de alguém doente, o uso de máscara e luvas é uma medida simples que reduz o risco de transmissão.

Outro ponto essencial é a consciência individual. Ao perceber qualquer sintoma, a orientação é clara: evitar contato próximo com outras pessoas e procurar imediatamente uma unidade de saúde. Quanto mais cedo houver avaliação médica, menor o risco de espalhar o vírus.

A Mpox não é um assunto para ser tratado com descaso, mas também não deve ser usada para espalhar medo. Informação correta salva vidas, protege famílias e fortalece a saúde pública.

Cuidar de si é cuidar do outro.
Compartilhar informação de qualidade também é um ato de responsabilidade.

Alan Drumond é jornalista, especialista em Ciência Política e editor-chefe do portal JH Notícias.

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