A Comissão da Câmara aprovou projeto que obriga o agressor a custear o tratamento psicológico e terapêutico da vítima, reforçando a responsabilidade pela reparação do dano emocional causado, por Dr. João Valença.
O avanço da investigação, sustentado pelo laudo do Instituto Médico Legal, apontou que a vítima morreu por asfixia, afastando definitivamente a hipótese de enforcamento.