
ERA ESPERADO
O que está acontecendo em Rondônia não é surpresa. É consequência. A população começa a reagir contra tarifas de pedágio consideradas abusivas, impostas antes que a BR-364 receba as melhorias prometidas.

MOVIMENTO
O primeiro sinal veio forte: na tarde desta quarta-feira (28/01), a rodovia foi totalmente fechada no km 563, em Cujubim, interrompendo o tráfego nos dois sentidos.
MANIFESTAÇÃO
Não foi apenas um protesto. Foi um grito. Embora o ato tenha sido oficialmente classificado como ligado a pautas do agronegócio, o bloqueio escancarou algo muito maior.
TOLERÂNCIA
O esgotamento da paciência de quem depende da BR-364 para trabalhar, produzir, sobreviver e manter a economia do estado em movimento.
DESCONEXO
O modelo de concessão imposto à rodovia virou um símbolo da desconexão entre Brasília e a realidade de Rondônia.
“ASSALTO”
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou tarifas altas, pesadas, impiedosas — cobradas de imediato — enquanto as melhorias seguem no papel, no discurso e nas promessas.
HISTÓRIA CONHECIDA
É o velho roteiro brasileiro: o povo paga primeiro, o serviço fica para depois. Se ficar.
OBRIGAÇÃO
Caminhoneiros, produtores, empresários e cidadãos comuns se veem obrigados a bancar um pedágio que não entrega retorno visível.
CUSTO
A conta explode no transporte, encarece o alimento, eleva o custo de vida e estrangula a competitividade do estado.
IMPERATIVO
A BR-364 não é luxo. É necessidade vital. Quando se penaliza essa rodovia, penaliza-se Rondônia inteira.
EXPLICAÇÃO
A concessionária Nova 364 informa que acompanha a situação junto à Polícia Rodoviária Federal, fala em diálogo e segurança viária.
CONVERSA MOLE
Mas diálogo sem revisão de tarifas vira discurso vazio. Segurança sem estrada adequada soa como ironia.
JUSTIFICATIVA
O protesto em Cujubim não deve ser tratado como episódio isolado, nem criminalizado.
JUSTIFICATIVA 2
Ele é consequência direta de decisões tomadas longe daqui, em gabinetes refrigerados, sem ouvir quem vive o dia a dia da estrada.
QUIETOS
O mais grave é o silêncio político. Onde estão os parlamentares federais? Onde estão os discursos inflamados, as audiências públicas, a pressão real sobre a ANTT?
ELEIÇÕES
Até quando o povo será chamado apenas em época de eleição, enquanto decisões que afetam milhões são empurradas goela abaixo?
NINGUÉM É BOBO
A população começa a entender o jogo. Quando o pedágio chega antes do asfalto, não é concessão — é imposição. E quando o Estado fecha os olhos, a revolta ocupa a rodovia.
LARGADA
O bloqueio da BR-364 é apenas o começo. Se nada mudar, Rondônia assistirá a uma escalada de manifestações. Não por radicalismo, mas por sobrevivência.
REALIDADE
O povo não aguenta mais pagar caro para andar mal. E quando a paciência acaba, o asfalto vira palanque.
CARNAVAL
A Polícia Militar já definiu o cronograma de atuação durante o período carnavalesco, de 31 de janeiro a 28 de fevereiro, em todo o estado.

CARNAVAL 2
As ações contarão com um efetivo que atuará em locais de grande circulação de pessoas, com o objetivo de orientar a população e garantir maior segurança aos brincantes.
CARNAVAL 3
O governador Marcos Rocha informou que o policiamento será feito de forma estratégica, com mecanismo operacional adequado para cada tipo de situação.
CARNAVAL 4
As ações terão policiamento a pé, além de bloqueios policiais, patrulhas pontuais e outras metodologias consideradas essenciais para o sucesso da operação.
TUTORES
Já está em vigor em Rondônia a que reconhece a figura dos tutores voluntários: pessoas da comunidade que, por iniciativa própria, assumem cuidados básicos com os animais, tais como alimentação, higiene e saúde.
TUTORES 2
A autoria é da deputada estadual Ieda Chaves (União Brasil). A nova legislação reconhece e garante o bem-estar dos chamados “animais comunitários”.
TUTORES 3
De acordo com Ieda Chaves, essa é uma realidade presente em diversas localidades. Os tutores não detêm a guarda exclusiva do animal, mas exercem um importante papel de proteção e zelo, promovendo a convivência harmoniosa com os demais frequentadores dos espaços públicos e privados.
REGISTRO
Estive com a empresária no setor de seguros, Maires de Carli. Maires é palestrante, consultora de negócios e atua como CEO da ElevIA Live. Durante a visita, também esteve presente o jornalista Rosinaldo Pires.

FRASE
O pedágio abusivo não é erro de cálculo — é abuso institucionalizado contra quem não tem voz.





















