Em manifestações contra o decreto, os indígenas chegaram a ocupar o escritório da multinacional do agronegócio Cargill no Porto de Santarém, às margens do Tapajós.
Ao final da reunião, ficou definido que novas agendas técnicas serão realizadas ao longo do primeiro semestre para acompanhar o andamento das ações e alinhar demandas apresentadas pelas comunidades.
O encontro teve como pauta principal o diálogo sobre a atividade delegada e outras iniciativas voltadas ao fortalecimento da segurança pública no município e no estado