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PF, MPF e PGR apontam a ligação de parentes de Gladson Cameli em esquema de lavagem e corrupção

Defesa segue a linha de que a investigação é ilegal e ultrapassa o foro privilegiado do cliente.
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A 3ª fase da Operação Ptolomeu, desencadeada na manhã desta quinta-feira, (09) no Acre e, mais seis estados, incluindo em Rondônia, divulgou na parte da tarde, uma lista contendo os nomes dos supostos envolvidos no esquema de lavagem de verba pública e corrupção.

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As instituições de fiscalização e policial, apontam para o desenvolvimento de uma célula criminosa instalada dentro do governo do Acre da qual contava com a associação de servidores públicos. Também foi constatada, a presença de empresários da construção civil e parentes de primeiro grau do governador acreano.

O site Contilnet, teve acesso a lista completa em que expõem o pai, irmão, tio e primos do governador, dois deles são filhos do ex-governador, Orleir Cameli, que morreu em 2013 vítima de um câncer.

Ao todo, a lista é composta por 69 nomes seguindo do alto escalão do governo Gladson, reeleito no primeiro turno das eleições de 2022 ao governo do Acre, empresários e técnicos. O esquema, de acordo com a inquérito, pode demonstrar a projeção tomada pelo organismo criminoso dentro da esfera estadual.

Ainda de acordo com informações, por ordem do Superior Tribunal de Justiça, (STJ), bens dos investigados avaliados em R$ 120 milhões foram bloqueados até segunda ordem. Além disso, a justiça confiscou o passaporte do governador por um prazo de 24 horas.

Em entrevista ao site AC 24 horas, a defesa de Gladson defendeu o cliente e alega que a operação da Polícia Federal que começou há dois anos, mais precisamente, em dezembro de 2021 é ilegal, tendo em vista que se tratar de uma “pescaria probatória e uma devassa financeira ilegal com fins de atacar os familiares do chefe do executivo como forma de driblar o foro privilegiado”.

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