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Polícia Civil desvenda caso de aeronave suspeita e prende piloto em fuga

A aeronave realizou um pouso forçado em uma área remota próxima a Rondolândia
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Uma operação conjunta entre equipes da Polícia Civil de Espigão do Oeste e Pimenta Bueno, com o apoio da Polícia Militar, resultou na prisão do piloto de uma aeronave que, procedente da Bolívia, violou o espaço aéreo brasileiro e quase foi abatida por caças da Força Aérea Brasileira (FAB) nesta quarta-feira. O piloto foi capturado tentando fugir em um mototáxi.

A investigação da Polícia Civil apontou que a aeronave, que posteriormente foi incendiada por criminosos, estava sob suspeita de envolvimento em atividades ilícitas, possivelmente relacionadas ao tráfico de drogas.

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Segundo relatos policiais, o bimotor levantou suspeitas ao ser detectado nas proximidades do espaço aéreo de Rondônia. Diante da situação, a FAB despachou dois caças A-29 Super Tucano para interceptar a aeronave. No entanto, o piloto do avião suspeito optou por ignorar as instruções para mudar de rota e pousar em Cacoal (RO), resultando em um tiro de advertência por parte das autoridades aéreas.

Após o incidente, a aeronave realizou um pouso forçado em uma área remota próxima a Rondolândia (MT), onde foi incendiada pelos criminosos que a tripulavam, os quais em seguida empreenderam fuga.

A pronta ação da Polícia Civil possibilitou a identificação e captura do piloto da aeronave. Em uma operação coordenada entre as delegacias de Espigão do Oeste e Pimenta Bueno, com o apoio da PM, o suspeito foi interceptado enquanto tentava escapar utilizando um mototáxi. Durante o interrogatório, o piloto confessou sua participação no incidente e indicou a presença de um segundo suspeito, ainda foragido.

O piloto detido foi entregue à Polícia Federal e encaminhado para Ji-Paraná para os procedimentos legais cabíveis. Enquanto isso, a aeronave incendiada será submetida a perícia para coleta de evidências que possam contribuir para as investigações em andamento.

O caso ressalta a importância da ação coordenada entre as forças policiais para garantir a segurança do espaço aéreo nacional e combater atividades criminosas transfronteiriças, reafirmando o compromisso das autoridades em manter a ordem e a integridade territorial do país.

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