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Candidato ao Governo pelo PL Marcos Rogério apresenta propostas para combater a violência em Rondônia

O Batalhão de Polícia Rural, aumento do efetivo e valorização dos servidores públicos, são propostas do plano de governo
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A violência cresceu em Rondônia. Neste ano, o Estado apresenta uma das maiores taxas de homicídios do país: 48% de aumento. São dados do Monitor da Violência, já amplamente divulgados. Mais recentemente, novos casos de violência no campo, como ocorreu nos distritos da região da Ponta do Abunã, na divisa de Rondônia com o Acre.

A análise destes dados voltou a ser feita pelo candidato a governador pelo PL, Marcos Rogério, durante entrevistas concedidas em Porto Velho. Na ocasião, ele apresentou as propostas de seu plano de governo para a área da segurança pública. A criação do Batalhão do Batalhão de Polícia Rural está entre elas. “Precisamos de policiamento ostensivo, para evitar crimes brutais como o que aconteceu há poucos dias no distrito de Nova Mutum, com a execução de um gerente de fazenda” afirmou.

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Marcos Rogério citou a indignação da população, como a que levou moradores da região de Extrema a bloquearem a BR-364 por oito horas, no último dia 11, em protesto pela onda de roubos na região. “A proposta que estamos apresentando para a política de segurança pública, tem um olhar muito cuidadoso com a proteção da população nos municípios e distritos”, disse Marcos Rogério.

O candidato do PL afirmou, ainda, que governar é fazer escolhas. “A omissão é a escolha de quem não sabe governar. Essa omissão custa caro: tira vidas, tira patrimônio, coloca a população de joelhos e com medo. Nós precisamos de uma polícia valorizada, um plano estratégico de segurança pública e polícia nos bairros, polícia nas ruas, inclusive em condomínios de maior porte”.

Ele explicou que quando o Estado se ausenta do combate ao crime organizado formado por “milícias, guerrilhas e organizações criminosas que operam no campo, a bandidagem toma conta”. Marcos Rogério acrescentou que existem muitas propriedades rurais em processo de invasão e ocupações por grupos organizados. “Movimentos que se dizem, movimentos sociais, mas que trabalham como guerrilhas e que sequestram, torturam e matam. Precisam desmantelar tudo isso”, assinalou.

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