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O recuo do Ministério Público Eleitoral – MPE no pedido de impugnação da candidatura do ex-deputado Carlos Magno (PP) ao Senado pelo estado de Rondônia, pode ter colocado um ponto final na incerteza sobre a legalidade ou não de sua participação no pleito 2018.

Elaborado pelo advogado Manoel Veríssimo, a solicitação de defesa de Magno alegou prescrição da pena pela via da pretensão punitiva.

Nome apoiado pelo ainda Senador Ivo Cassol (PP), Magno tenta retornar ao cenário político rondoniense após ser eleito deputado federal no ano de 2010 e ser acusado pela força tarefa da operação Lava Jato de ter recebido propina durante o esquema denominado “Petrolão”, que sangrou em mais de R$ 1 bilhão os cofres da Petrobras.

 

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