Tem uma movimentação política acontecendo em Rondônia que muita gente já percebeu, mas poucos estão falando abertamente sobre ela. A aproximação entre PRD e PSD não parece ter como objetivo apenas a disputa pelo Governo do Estado em 2026. O plano é bem mais amplo.

A ideia que começa a ganhar força é simples. Montar uma chapa competitiva para deputado estadual e tentar eleger entre seis e sete parlamentares na Assembleia Legislativa.
E quem acompanha eleição em Rondônia sabe que isso não é pouca coisa.
Hoje, para um grupo político ter influência real no próximo governo, precisa ter base dentro da Assembleia. E é exatamente isso que essa articulação parece buscar. Formar uma bancada forte para ter peso nas decisões do estado.
A possível chapa majoritária com Adailton Fúria e Elias Resende também entra nessa conta. Uma candidatura competitiva ao governo costuma puxar votos para os candidatos a deputado, fortalecendo ainda mais as nominatas.
Se essa engenharia política funcionar, PRD e PSD podem sair das eleições de 2026 não apenas com protagonismo na disputa pelo governo, mas também com uma das maiores bancadas da Assembleia Legislativa.
E em política, quem tem bancada forte não fica assistindo o jogo. Ajuda a decidir o resultado.























