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Enquanto PT se prepara para eleição do ano que vem, Direita “ferve” pensando em 2026

Confira as notas do dia, por Cícero Moura.
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ELEIÇÃO

Mais de 700 filiados votaram no domingo para eleger o novo presidente do Diretório Municipal do PT da capital. O evento surpreendeu as expectativas pelo público e votação.

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SEGUNDO TURNO

Israel Trindade, que pouco aparecia nas pesquisas de intenção, obteve 349 votos. Em segundo, ficou o atual presidente, Ramon Cujuí, com 188 votos. Em terceiro, Sid Orleans, com 171 votos.

Divulgação/Internet 

SEGUNDO TURNO 2

O segundo turno acontecerá no dia 12 de novembro. Israel e Ramon focam as atenções agora para conquistar o apoio do terceiro colocado, Sid Orleans.

PREFEITO

Essa eleição no Diretório Municipal do PT é com objetivo do partido já alinhar estrutura para as eleições do ano que vem. O PT já decidiu que virá com candidatura própria.

SENADO

No entanto, a eleição municipal não está pegando fogo ainda nos bastidores tanto quanto os projetos de alguns parlamentares para 2026. Tem gente convicta que somente o Céu é o limite.

VAGAS

A questão é que “sem costura”, pretensos candidatos ao Governo ou ao Senado não irão passar da ponte sobre o Rio Candeias.

SOZINHO

Se com acordos políticos de todos os lados já é difícil, imagina arriscar carreira solo acreditando em “popularidade” de rede social. Se fosse assim, metade do Parlamento atual teria sido substituída por supostas sumidades virtuais que aí estão.

ACORDO

Embora Rondônia esteja surfando, ainda, em uma onda de Direita, vejo com cautela alguém apostar que pode estar acima de um partido. Sempre acontece de políticos com mandato, em determinados momentos, desdenhar partido e tentar impor condições.

ACORDO 2

Não há absolutamente uma única liderança política em Rondônia, nos dias atuais, que possa dizer que é motivo de cobiça por legendas e pode se dar ao luxo de escolher onde quer estar.

LIDERANÇAS

É óbvio que partidos como União Brasil, Partido Liberal, MDB, Republicanos, tem suas fortes lideranças, mas nenhum deles pode se dar ao luxo de se intitular a cereja do bolo.

EGOS

É nítido também que políticos com mandato, eventualmente, se acham no direito de exigir mais que medalhões sem mandato. O problema é que isso nunca é unanimidade.

SIGLA

Vamos a um exemplo prático. O deputado estadual Rodrigo Camargo (Republicanos) sonha com candidatura ao Senado Federal em 2026. O problema é que para viabilizar isso, Rodrigo terá que deixar o Republicanos.

PREFERÊNCIA

Mariana Carvalho, Presidente Estadual do Republicanos, é a bola da vez do partido e ninguém aposta um único centavo que ela, ou até mesmo o deputado Alex Redano, outro líder da sigla, abriria vaga para Camargo.

OPÇÕES

Rodrigo Camargo teria que achar outra legenda com viés de Direita identificada com o discurso que ele prega. A questão é que não existem opções disponíveis.

CACIQUES

União Brasil, partido de Marcos Rocha e cia, e PL, de Marcos Rogério, nem de longe aceitariam o deputado para tê-lo como candidato preferencial ao Senado.

SEM RUMO

Como não existe outro partido forte que defenda a postura e o discurso defendido pelo deputado Camargo, ele não teria para onde ir. Sendo assim, a candidatura ao Senado acaba sendo sepultada antes mesmo de nascer.

NOVO PRESIDENTE

Falando em partido, Marcos Rogério é o novo presidente do Partido Liberal de Rondônia. Ele assume o cargo no lugar do senador Jaime Bagattoli.

IMAGEM

Nos bastidores, a versão oficial é de que Marcos Rogério teria que voltar a ter visibilidade política já pensando nas eleições de 2026. Pura conversa mole.

LIDERANÇA

Marcos Rogério é Senador com mandato e liderança consolidada  na Direita de Rondônia. Que conversa mole é essa de estar precisando de visibilidade.

SEM AMORES

O que acontece é que na eleição do ano passado, Marcos Rogério teve que “engolir” o nome de Jaime Bagattoli e aceitá-lo como candidato ao Senado. O empresário nunca foi opção de Rogério para nada.

RESULTADO

Ah, mas Bagattoli se elegeu, poderão argumentar defensores dele. Na eleição do ano passado, qualquer candidato de Direita com muito dinheiro na conta e paixão profunda por Bolsonaro chegaria na frente.

GOVERNO

A prova disso é a reeleição de Marcos Rocha. Ele bolsonarista, foi para o segundo turno com outro bolsonarista. Foi uma escolha tranquila para a Direita.

OUTRO LADO

Nas redes sociais, Jaime Bagattoli voltou a se apresentar como um injustiçado, preterido por Valdemar da Costa Neto, mas que seguirá alinhado com a Direita.

OUTRO LADO 2

Destacou que sua candidatura no ano passado teve o aval de Bolsonaro e que seguirá seguindo os princípios do seu ídolo político. Apesar da chorumela já conhecida de Bagattoli, a única certeza é de que ele não concorrerá tão cedo ao Governo, caso permaneça no PL.

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