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O governador de Rondônia, Coronel Marcos Rocha, decidiu entrar de vez no jogo eleitoral deste ano e já definiu quem será o nome do grupo palaciano na disputa ao Senado. A escolha recaiu sobre o ex-secretário de Finanças do Estado, Luís Fernando, que deixa a área técnica para encarar, pela primeira vez, uma eleição.

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A decisão, segundo apuração, vinha sendo construída nos bastidores há alguns dias, mas foi consolidada na tarde da última segunda-feira. O PSD, partido comandado por Marcos Rocha em Rondônia, oficializou o nome de Luís Fernando como pré-candidato a uma das duas vagas ao Senado.

A movimentação surpreende parte do meio político, já que muitos aguardavam que o próprio governador pudesse entrar na disputa. No entanto, Rocha optou por permanecer no cargo até o final do mandato e decidiu lançar um nome de confiança para representá-lo.

O próprio Luís Fernando confirmou o convite e deixou claro o peso da decisão. Segundo ele, a indicação partiu diretamente do governador e foi determinante para que aceitasse o desafio.

“Foi um convite extremamente honroso, até porque a vaga seria dele, do nosso Governador. Como ele decidiu permanecer até o final do seu mandato, me chamou para enfrentar este desafio. Por uma questão de lealdade e gratidão a ele, concordei, até porque há um propósito maior nisso e vou encarar esta fase, extremamente desafiadora”, afirmou.

Com mais de sete anos à frente da Secretaria de Finanças, Luís Fernando construiu um perfil técnico dentro do governo, longe dos holofotes eleitorais. Agora, entra em um cenário completamente diferente, disputando espaço com nomes já conhecidos do eleitorado.

Mesmo reconhecendo que se trata de um terreno novo, ele afirma que está pronto para a missão.

“Posso confirmar, portanto, que serei pré-candidato ao Senado”, declarou.

A entrada de Luís Fernando na corrida eleitoral muda o desenho da disputa e reforça a estratégia de Marcos Rocha de manter influência direta no processo político, mesmo sem disputar o cargo.

Com isso, o grupo governista passa a ter um nome oficial na disputa, escolhido a dedo pelo governador, e que deverá contar com toda a estrutura e apoio do Palácio Rio Madeira.

A partir de agora, o jogo começa de verdade e a corrida pelas duas vagas ao Senado promete esquentar nos próximos meses.

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