Search
Close this search box.

OPINIÃO E POLÍTICA – Saiba quais deputados de RO receberam dinheiro de acusados de trabalho escravo – Por João Paulo Prudêncio

João Paulo Prudêncio é jornalista e editor de política do jornal eletrônico JH Notícias e atua no jornalismo rondoniense há mais de dez anos. Informações e contato com a coluna através dos telefones: (69) 99230-0591 (Watssap) e (68) 99217-1709.
Publicidade

Reforma

Marcando sua trajetória como o presidente que mais retirou direitos dos trabalhadores na história da democracia brasileira, o presidente tampão Michel Temer (PMDB) continua seguindo sua agenda que até o momento reformou os direitos trabalhistas e dificultou a vida da classe trabalhadora e mais pobre do país.

Publicidade

Força

A força política de Temer vem da grande influencia exercida por sob congressistas ligados à grandes conglomerados de empresas que há décadas controlam a política brasileira. Bilionários, esses grupos financiam campanha e exercem pesado lobby nos bastidores do poder, grande parte das reformas envolvendo as relações de trabalho beneficiaram essas pessoas.

Trabalho Escravo

Entre os deputados federais eleitos pelo estado de Rondônia apenas dois não receberam dinheiro de empresas ligadas à acusações de trabalho escravo ou crimes ambientais, Nilton Capixaba (PTB) e Luiz Cláudio (PR). Os restante dos deputados rondonienses receberam aproximadamente um milhão de reais em doações.

Mariana Carvalho

A deputada tucana, liderança do PSDB na Câmara, Mariana Carvalho, recebeu R$ 50 mil de empresas ligadas à trabalho escravo ou crimes ambientais. Mariana votou favorável pela Lei que ampliou a terceirização, pelo projeto que repassa os prejuízos das hidrelétricas aos consumidores, e as propostas que dificultaram o acesso à pensão pelo INSS e ao seguro desemprego.

Marcos Rogério

Considerado o queridinho do interior, o deputado do PDT, Marcos Rogério, recebeu R$ 100 mil empresas apontadas por prática de trabalho escravo ou crimes florestais. Rogério disse sim a Lei da terceirização, e as MP’s que dificultaram o acesso à pensão e seguro desemprego, o congressista é um dos nomes sugeridos para a corrida ao Senado.

Lindomar Garçom

Deputado das “causas sociais”, o deputado Lindomar Garçom (PRB) recebeu de acusados de trabalho escravo e crimes ambientais doações que chegaram no valor de R$ 130 mil. O deputado disse sim à MP da grilagem, à reforma trabalhista, a terceirização, ao congelamento do orçamento por 20 anos, ao custo extra aos usuários de energia elétrica, e ao fim da necessidade de informar se um alimento é transgênico ou não no rótulo.

Expedito Netto 

O deputado do PSD, Expedito Netto, levou R$ 150 mil de empresas envolvidos com trabalho escravo e crime ambiental, mesmo assim as votações de Expedito se mostraram contrárias aos interesses dos grupos de exploração de trabalho. O único voto questionável do deputado foi a aprovação para a retirada dos avisos nos rótulos de produtos transgênicos.

Lúcio Mosquini

O ex-diretor do DER/RO, Lúcio Mosquini (PMDB) recebeu em doações de empresa apontadas pela utilização de trabalho escravo o valor de R$ 51 mil. O congressista disse “sim” à quase todas as propostas consideradas prejudiciais aos trabalhadores, entre elas, a reforma trabalhista, o aumento de área desprotegida em Floresta Nacional e a MP da grilagem.

Marinha Raupp

A esposa do senador Valdir Raupp (PMDB) é a campeã de doaçãos por parte de envolvidos em trabalho escravo e crimes ambientais, Marinha Raupp levou R$ 470 mil. Ela disse “sim” à absolutamente tudo proposto por Temer em detrimento aos trabalhadores, como a MP da grilagem e a reforma trabalhista.

Estudante 

O direito de estudantes de se ausentarem de atividades escolares por motivos religiosos (PLC 130/2009) será votado nesta terça-feira (27) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). A proposta altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para garantir ao aluno o direito de ter a frequência atestada, em caso de faltas, e de poder fazer uma segunda chamada, em caso de ausência em dias de prova. A medida vale para os dias em que a religião do estudante proibir a realização de tais atividades.

A Coluna 

João Paulo Prudêncio é jornalista e editor de política do jornal eletrônico JH Notícias e atua no jornalismo rondoniense há mais de dez anos. Informações e contato com a coluna através dos telefones: (69) 99230-0591 (Watssap) e (68) 99217-1709.

Fonte: JH Notícias

Anúncie no JH Notícias