Porto Velho começa a viver um novo tempo. Depois de anos marcada pela lentidão, abandono e promessas que nunca saíram do papel, a capital reencontra o rumo da eficiência administrativa. Sob a gestão do prefeito Léo Moraes, a cidade dá sinais claros de que o verbo “fazer” voltou a ser prioridade na política municipal.
A entrega da Unidade de Saúde do bairro Três Marias simboliza esse novo momento. A obra, iniciada em 2011 e inaugurada de forma apenas simbólica em 2013, ficou abandonada por mais de uma década. Agora, finalmente, abre suas portas para atender à população. Não é apenas uma inauguração: é um resgate histórico, um gesto de respeito com a comunidade e de responsabilidade com o dinheiro público.
E o que antes parecia exceção começa a se tornar regra. A prefeitura adotou uma linha de atuação clara: concluir e fazer funcionar o que foi esquecido. Essa postura tem resultado em avanços concretos que recolocam Porto Velho em movimento.
Nos primeiros dez meses, a Prefeitura reduziu a tarifa do transporte coletivo de R$ 6 para R$ 3, lançou o programa Cidade Limpa, que vem transformando o visual urbano com manutenção permanente de praças, ruas e espaços públicos, e avançou na captação de mais de R$ 200 milhões em recursos do PAC para obras de macrodrenagem, que vão atacar de frente o histórico problema das alagações urbanas.
Na área da saúde, o horizonte também é promissor. O Hospital Universitário Municipal de Porto Velho, um sonho antigo da população, está prestes a se tornar realidade. O projeto já se encontra em fase de conclusão técnica e deve representar um marco para o sistema de atendimento público da capital, ampliando a capacidade hospitalar e formando um novo polo de ensino, pesquisa e prática médica.
Ao mesmo tempo, a Prefeitura avança com a reforma completa da UPA Leste, que há anos necessitava de modernização para garantir melhores condições de atendimento, estrutura e dignidade aos profissionais de saúde. Além disso, novas UPAs foram aprovadas pelo Governo Federal por meio do PAC, ampliando a rede municipal e descentralizando o atendimento de urgência e emergência em regiões que antes sofriam com a falta de cobertura.
Essas iniciativas comprovam que há planejamento e coerência: a Prefeitura não apenas entrega o que estava parado, mas também projeta o futuro com novas unidades de saúde e infraestrutura de longo prazo.
Há quem tente desqualificar o momento, afirmando que parte das obras vem de gestões anteriores. Mas o verdadeiro mérito está justamente aí: governar não é apagar o passado, é transformá-lo em resultado presente. Concluir o que foi deixado inacabado exige coragem administrativa, vontade política e capacidade técnica.
Depois de anos de paralisia, Porto Velho volta a ver uma Prefeitura que age. Uma gestão que prefere mostrar obra em andamento do que promessa em papel. Uma cidade que começa a recuperar a autoestima e o sentimento de pertencimento.
É fato: ainda há muito por fazer. Mas também é fato que, Porto Velho voltou a andar, e, mais do que isso, voltou a acreditar.
Governar é entregar. E, pela primeira vez em muito tempo, a capital rondoniense tem voltado a ver essa palavra ganhar sentido.





















