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Varredura da Polícia Federal descobre pilantragem entre gente graúda da música e do agronegócio

Confira as notas do dia, por Cícero Moura.
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EDITORIAL

Na contramão do Fake News sobre inércia do aparato de segurança do nosso país, a Polícia Federal tem atormentado a vida de muita gente bacana que ostenta moralidade, decência e bons costumes.

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EDITORIAL 2

As operações de Norte a Sul do Brasil revelam uma podridão crônica. Não há escrúpulos e muito menos moralidade com os danos que podem ser causados a terceiros, desde que os bolsos fiquem recheados de dinheiro.

EDITORIAL 3

Além da corrupção, crimes hediondos e nojentos também estão sendo descobertos pela PF, revelando insanidades que parecem não ter limites. O estupro de bebê, por exemplo, é algo que nem a ficção consegue produzir, tamanha a crueldade que isso representa.

EDITORIAL 4

O flagrante de um  casal que estaria planejando  violentar o próprio filho é algo que foge de todos os padrões inimagináveis de agressão e monstruosidade  que se tem conhecimento.  O plano macabro teria começado desde que a mulher estava grávida. O homem já havia sido preso com vídeos de estupro a recém-nascidos. Mas vamos às ações.

DESAFINOU

Na operação chamada Disco de Ouro, a  Polícia Federal (PF) desarticulou um esquema de financiamento e logística do garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY).

5 ESTADOS

O trabalho teve cumprimento de dois mandados de prisão, e seis de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal de Roraima, em Boa Vista (RR), Mucajaí (RR), São Paulo (SP), Santos (SP), Santarém (PA), Uberlândia (MG) e Itapema (SC). A Justiça determinou, ainda, o sequestro de mais de R$ 130 milhões em bens dos suspeitos.

CONTINUIDADE

A operação ocorreu como desdobramento de outra ação da PF, deflagrada em janeiro de 2022, quando 30 toneladas de cassiterita extraída da TIY foram encontradas na sede de uma empresa investigada e eram preparadas para envio ao exterior.

FUNCIONAMENTO

O inquérito revela que o esquema seria voltado para “lavagem” de cassiterita retirada ilegalmente da terra Yanomami e que o minério seria declarado como originário de um garimpo regular no Rio Tapajós, em Itaituba (PA), supostamente transportado para Roraima para tratamento.

FICTÍCIO

As investigações mostraram que a dinâmica ocorreria apenas no papel, pois o minério seria originário do próprio estado de Roraima. À época, a PF identificou transações financeiras que envolviam toda a cadeia produtiva do esquema, com participação de pilotos de aeronaves, além do auxílio de postos de combustíveis, lojas de máquinas, equipamentos para mineração e “laranjas”, para encobrir movimentações fraudulentas.

REPRESENTANTE DE ESTRELAS

O empresário Matheus Possebon é investigado pela Polícia Federal como um dos envolvidos no suposto esquema de garimpo ilegal em Terra Yanomami. O suspeito é um dos executivos da Opus Entretenimento, que gerencia a carreira de nomes famosos da música brasileira, como Daniel, Seu Jorge, Ana Carolina, Munhoz e Mariano entre outros.

CANTOR FAMOSO

Segundo a investigação, Possebon seria um dos responsáveis pelo núcleo financeiro dos crimes .No catálogo de artistas, está o cantor Alexandre Pires, que é investigado por participação no esquema. O pagodeiro teria recebido ao menos R$ 1 milhão de uma mineradora investigada.

VALOR

Segundo a Polícia Federal, a organização criminosa teria movimentado R$ 250 milhões. Durante a operação, a PF cumpriu mandado de busca e apreensão contra o cantor, que cantava em um cruzeiro em Santos.

ALEXANDRE PIRES

Em 1989, o cantor Alexandre Pires fundou o grupo de pagode romântico Só Pra Contrariar. A carreira como vocalista até sair do grupo no início dos anos 2000 deu fama ao cantor.

LAVOURA

Em outra operação, A Polícia Federal (PF) desarticulou  organização criminosa responsável por esquema bilionário de contrabando de grãos, especialmente soja e milho, e agrotóxicos trazidos da Argentina para o Brasil por portos clandestinos às margens do Rio Uruguai.

APARATO

A ação mobilizou 200 policiais federais para  cumprimento de 59 mandados de busca e apreensão e 16 mandados de prisão em cinco estados.

BLOQUEIO

Também foram executadas medidas de bloqueio de contas bancárias vinculadas a pessoas físicas e jurídicas, num total de aproximadamente R$ 58 milhões, e sequestro e arresto de automóveis e imóveis de luxo e de uma aeronave com valor estimado em R$ 3,6 milhões.

ANO PASSADO

As investigações iniciaram em 2022 e apuraram que a organização criminosa dos chamados Reis da Soja é formada por três núcleos que atuam de forma coordenada entre os detentores dos portos clandestinos, os beneficiários e revendedores das mercadorias contrabandeadas e os operadores financeiros.

LAVAGEM DE DINHEIRO

Por meio de doleiros, o grupo realizava diversas operações cambiais à margem do sistema legal para promoção de evasão de divisas com a finalidade de pagar fornecedores da mercadoria no exterior, sendo que duas das empresas utilizadas com esse propósito adquiriram criptoativos na ordem de R$ 1,2 bilhões.

“FRIOS”

Segundo a PF, toda a operação criminosa é amparada pela utilização de documentação fraudada, como notas de produtores rurais lançadas para justificar o grande volume de grãos contrabandeados comercializados ou emitidas por empresas de fachada.

GRÃOS

Durante o período de investigação, foram apreendidas 170 toneladas de soja, farelo de soja e milho, presas 11 pessoas em flagrante e apreendidos caminhões, automóveis, vinhos e agrotóxicos.

MONSTRUOSIDADE

Em mais uma operação, a  Polícia Federal (PF) cumpriu um mandado  de prisão preventiva por estupro de vulnerável e um de busca e apreensão pelos crimes de produção, compartilhamento e armazenamento de pornografia infantil.

MONSTRUOSIDADE 2

O mandado de prisão foi emitido contra um morador da cidade de Areia (PB), que já possui condenação anterior por crime de estupro de vulnerável. Atualmente, ele cumpria pena em regime aberto com uso de tornozeleira eletrônica. Já o mandado de busca e apreensão foi emitido contra uma mulher que mora em João Pessoa (PB).

MONSTRUOSIDADE 3

As investigações confirmaram que o homem e a mulher, alvos da operação, trocavam mensagens por meios de aplicativos, no qual planejavam estuprar a filha deles, que hoje tem apenas um ano e quatro meses de idade e mora com outro familiar. Os planos começaram quando a acusada ainda estava grávida.

MONSTRUOSIDADE 4

Todos os mandados citados foram expedidos pela 4ª Vara Federal de Campina Grande (PB), que também determinou o afastamento cautelar do lar da mulher investigada, bem como a proibição desta em manter contato com a própria filha. O Conselho Tutelar prestou auxílio no cumprimento desta medida.

MONSTRUOSIDADE 5

O casal investigado poderá ser condenado pelos crimes de produção de material pornográfico infantil, compartilhamento e armazenamento de imagens contendo cenas de abuso sexual contra criança e, ainda, por estupro de vulnerável, cujas penas somadas podem chegar a 27 anos de reclusão.

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