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Banhista morre afogado após ataque de peixe elétrico, em RO

Segundo relatos, a vítima estava no rio com vizinhos e um amigo.
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No domingo (03/09), uma tragédia abalou a tranquilidade do distrito de São Domingos, situado a cerca de oito quilômetros da BR-429, próximo à linha 66, em Costa Marques, RO. Um homem de 46 anos, identificado como Marinho Correa da Silva, perdeu a vida afogado enquanto nadava no Rio São Domingos.

Segundo relatos, Marinho estava no rio com vizinhos e um amigo. Após a partida dos vizinhos, a vítima e seu amigo permaneceram no local. Marinho, então, decidiu entrar na água para um último mergulho.

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Neste momento, ocorreu a tragédia. Marinho começou a se debater, evidenciando sinais de afogamento. Seu amigo, desesperado, tentou salvá-lo e correu até a casa mais próxima, cerca de 30 metros de distância do rio, em busca de ajuda. No entanto, infelizmente, Marinho não resistiu e acabou perdendo a vida por afogamento.

O corpo de Marinho só foi encontrado uma hora após o afogamento, com a ajuda de populares que utilizaram um barco de madeira. A principal suspeita para o afogamento é que tenha sido causado por uma descarga elétrica de um peixe-elétrico da espécie poraquê.

A Polícia Técnico-Científica (Politec) esteve no local para realizar os procedimentos necessários e liberou o corpo à funerária responsável pelas providências fúnebres.

A Polícia Militar registrou o afogamento e encaminhou o caso para a devida apuração das autoridades policiais.

Poraquê

Poraquê, o peixe-elétrico que mata com choques de 500 volts - Conexão  Planeta
Poraquê, o peixe-elétrico que mata com choques de 500 volts

 

O poraquê, um peixe de água doce que habita rios e lagos com fundos lodosos e águas calmas na Bacia Amazônica, possui o corpo alongado e cilíndrico, lembrando a forma de uma enguia. Sua boca é equipada com uma fileira de dentes cônicos e afiados. Este peixe é capaz de produzir choques elétricos de mais de 500 volts, sendo capaz de matar até mesmo um cavalo. Estudos realizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) indicam que o poraquê pode produzir até 1500 volts.

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