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Caminhoneiro é sequestrado e tem carga de café, avaliada em mais de R$ 200 mil, roubada

Postado em 10/06/2019 às 14h42min


Caminhoneiro é sequestrado e tem carga de café, avaliada em mais de R$ 200 mil, roubada

O caminhoneiro Luiz César de Lima, de 55 anos, teve sua carreta, carregada de sacas de café, roubada na última sexta-feira (7) no município de Pimenta Bueno, interior de Rondônia. A carga estava avaliada em mais de R$ 200 mil.

A vítima contou aos policiais que saiu de Rolim de Moura transportando 500 sacas de café, num total de 30 toneladas do produto, que seriam entregues na cidade de Cantaduva (SP). A cerca de 40 km de Pimenta Bueno, o caminhoneiro percebeu que a carreta Scania 113 que dirigia estava “travando” na BR-364.

O caminhoneiro acredita que os bandidos tenham subido na carroceria, no momento em que ele havia reduzido a velocidade ao passar por um quebra-molas. Eles teriam dobrado a mangueira de ar, fazendo o caminhão parar.

Alguns metros depois do quebra-molas, um homem que estava sobre o veículo, deu um tapa na porta e o rendeu, com a ajuda de um comparsa. Luiz foi levado pelos criminosos até o posto “Gaúcho Abandonado”, já perto de Vilhena. No local, ele foi obrigado pelos bandidos a enviar, para a empresa que monitorava a carreta, uma mensagem dizendo que o veículo havia apresentado defeito mecânico.

Com um lençol cobrindo sua cabeça, o motorista foi colocado em um carro e levado de volta em direção a Pimenta Bueno. Na altura da estrada que dá acesso à usina Rondon II, os sequestradores entraram numa região de mato e um deles ficou no local, vigiando a vítima.

Somente no sábado (8), um dos sequestradores apareceu no cativeiro para buscar o comparsa. Ele orientou que a vítima permanecesse no mato por mais uma hora, enquanto ele e o colega fugiam. O bandido levou um churrasquinho para o sequestrado, que estava sem comer há mais de 24 horas.

Após alguns minutos, a vítima caminhou até a rodovia e pegou carona com um caminhoneiro, que o levou até Vilhena. Ele disse que os bandidos chegaram a lhe tranquilizar, dizendo que o caminhão dele iria aparecer e que eles só queriam a carga de café.

Por Folha do Sul