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Mural com recortes de jornais e frases lembram Dia da Consciência Negra no Campus Calama

O material exposto propôs a reflexão sobre o racismo estrutural que ainda permeia a sociedade brasileira
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Para marcar o Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, os alunos do terceiro ano matutino do Curso Técnico em Química, do Campus Porto Velho Calama do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), organizaram exposição com recortes de jornais e frases no hall do 2º andar do prédio.

O material exposto propôs a reflexão sobre o racismo estrutural que ainda permeia a sociedade brasileira, conforme explicou o Professor de Língua Portuguesa, Marcos Neves Fonseca. Nos vidros da sala da antiga incubadora de empresas, os alunos colaram cartazes relativos ao elevado número de assassinatos de negros no país, como também lembraram a morte da vereadora e socióloga carioca Marielle Franco.

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Segundo o Professor Marcos Neves, os alunos pesquisaram e fizeram uma associação entre os números de casos que demonstram o racismo estrutural. Também refletiram por meio das frases “Todo camburão tem um pouco de navio negreiro”, do grupo musical Rappa; “Respeitem os meus cabelos, brancos”, do cantor Chico César e “Negro, não nego”, de autoria do Rapper Mestiço.

Alunos do turno vespertino também participaram da exposição, com a produção de banners alusivos ao Dia da Consciência Negra, que lembraram personalidades como o geógrafo Milton Santos, para quem a “comunicação é troca de emoção”; o advogado e abolicionista Luís Gama; o médico, escritor e político angolano Agostinho Neto, que foi presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola e presidente daquele país; e cartaz com a frase do cantor jamaicano Bob Marley, o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos: “enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra”.

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