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“QUEBROU A PORTA” – Policiais acusam secretário de Justiça de truculência dentro de presídio na capital

O deputado Edevaldo Neves, que é policial, cobrou explicações do secretário Marcus Rito
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Policiais penais que atuam na penitenciária estadual José Thiago Afonso Aguiar, conhecido popularmente como “603”, localizada em Porto Velho (RO), acusaram o secretário estadual de Justiça, Marcus Rito, de ter agido de forma truculenta e constrangedora em uma visita de vistoria feita no último dia 20 de novembro.

De acordo com os servidores que estavam de plantão no dia, Rito e sua equipe foram até a unidade penitenciaria para realizar uma vistoria de rotina. No local, ele solicitou aos servidores uma lista com os nomes dos presos laborais, chamados de “celas livres”, para que fosse realizada uma conferência nominal.

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Porém, ele foi informado que essa lista estava na sala de segurança do presídio, mas, por se tratar de ser um dia de domingo, a porta estava trancada e apenas o diretor da unidade teria a chave.

Rito não aceitou a alegação dos servidores e obrigou que a porta fosse arrombada, momento em que de acordo com a denúncia administrativa feita contra ele, houve a situação considerada como truculenta e constrangedora.

O caso foi parar no gabinete do deputado estadual Edevaldo Neves, que é policial penal de ofício e já encaminhou um requerimento ao Governo do Estado para que Marcus Rito esclareça o que de fato aconteceu nesse dia e porque o diretor do “603” foi sumariamente exonerado dois dias após esse fato.

“Diante de tudo que foi exposto, e buscando elucidar os fatos, apurar possíveis excessos de conduta, evitar a possível ocorrência de represália contra os servidores e informações sobre os diretores da Unidade Prisional, eu solicitei as informações sobre tudo o que aconteceu”, afirmou Edevaldo Neves.

Até o momento não houve resposta de Rito ao requerimento feito pela ALE/RO.

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